Olha, por mais que eu goste muito de fazer os BLCD Checklists, eu tenho que dizer que não seria muito fácil manter a seção se todo mês tivesse aquela quantidade de Drama CDs previstos para agosto! Por isso, fiquei mega aliviada quando vi que setembro reservava um número bem mais razoável de lançamentos. Ufa, setembro seu lindo! 😭
Contuuuuudo, é mais um daqueles meses que eu incorporo o John Travolta confuso ao olhar para os títulos: de todos esses, eu só conheço a proposta de um, e ele é original - ou seja, não tem nenhuma referência anterior para se embasar, senão a linha dos outros volumes da série. Imagina a minha cara para escolher um e recomendar? Mas a vida de quem gosta de yaoi é assim mesmo: um tiro no escuro a cada nova leitura. Então, é com a mesma premissa que elegemos o Destaque do Mês!

Como temos várias séries originais neste mês, eu resolvi procurar suas propostas e acabei gostando de Katakoi: entendendo que uma relação amorosa sempre começa com o "amor unilateral" ("katakoi") de um dos parceiros, vamos acompanhar três casais e suas diferentes histórias de amor.
Ok, tenho de dizer que está longe de ser uma proposta extraordinária, mas acho que estou optando por coisas mais simples e fluffy porque tenho feito leituras mais densas nos últimos tempos. Além disso, vamos abrir o jogo: gosto muito de ukes tsundere desse tipo meio delinquente do primeiro volume, mas que não conseguem lidar muito bem quando acuados pelas investidas de um seme com leves toques sádicos, hehe! 😏
A produção é a mesma da série "Aihaji", em que assistimos o primeiro amor vivido por outros três casais. Na minha opinião, essa série foi bem fraquinha se comparada a "Danshi koukousei, hajimete no", que foi lançada no mesmo período; porém, acho que isso se deve ao desempenho dos seiyuus (dubladores) que interpretaram os ukes nas histórias, novatos em geral - exceto Okitsu Kazuyuki, que participou com louvor do terceiro e último volume. A expectativa é que as coisas melhorem com "Katakoi", pois, embora o elenco de ukes seja mais uma vez formado por novatos, seiyuus veteranos que foram escalados para interpretar os semes podem botar pressão e orientá-los melhor.
Contuuuuudo, é mais um daqueles meses que eu incorporo o John Travolta confuso ao olhar para os títulos: de todos esses, eu só conheço a proposta de um, e ele é original - ou seja, não tem nenhuma referência anterior para se embasar, senão a linha dos outros volumes da série. Imagina a minha cara para escolher um e recomendar? Mas a vida de quem gosta de yaoi é assim mesmo: um tiro no escuro a cada nova leitura. Então, é com a mesma premissa que elegemos o Destaque do Mês!

Destaque do Mês
Como temos várias séries originais neste mês, eu resolvi procurar suas propostas e acabei gostando de Katakoi: entendendo que uma relação amorosa sempre começa com o "amor unilateral" ("katakoi") de um dos parceiros, vamos acompanhar três casais e suas diferentes histórias de amor.
Ok, tenho de dizer que está longe de ser uma proposta extraordinária, mas acho que estou optando por coisas mais simples e fluffy porque tenho feito leituras mais densas nos últimos tempos. Além disso, vamos abrir o jogo: gosto muito de ukes tsundere desse tipo meio delinquente do primeiro volume, mas que não conseguem lidar muito bem quando acuados pelas investidas de um seme com leves toques sádicos, hehe! 😏
Asahina Yuki (CV: Yonai Yuki) é considerado um fracassado na sua turma, isso porque, ao tirar uma nota vermelha em sua última prova, acabou repetindo o segundo ano do colegial. Mori Eita (CV: Hatano Wataru), seu colega de classe e o aluno mais inteligente da escola, resolve ajudá-lo em seus estudos após as aulas, pois ele precisa passar numa prova suplementar que será aplicada dali a duas semanas.
Esses são dois personagens que talvez nunca se cruzariam, se não fosse por essas circunstâncias. Contudo, as reuniões de estudos após as aulas se tornam oportunidades de lembrar fatos do passado e isso, aos poucos, faz o relacionamento de Asahina e Mori se estreitar...
A produção é a mesma da série "Aihaji", em que assistimos o primeiro amor vivido por outros três casais. Na minha opinião, essa série foi bem fraquinha se comparada a "Danshi koukousei, hajimete no", que foi lançada no mesmo período; porém, acho que isso se deve ao desempenho dos seiyuus (dubladores) que interpretaram os ukes nas histórias, novatos em geral - exceto Okitsu Kazuyuki, que participou com louvor do terceiro e último volume. A expectativa é que as coisas melhorem com "Katakoi", pois, embora o elenco de ukes seja mais uma vez formado por novatos, seiyuus veteranos que foram escalados para interpretar os semes podem botar pressão e orientá-los melhor.
Referências
Seme | Mori Eita (CV: Hatano Wataru)
Spartos (Magi), Kubo Misao (Okane ga nai OVA), Kasanoda Ritsu (Ouran Koukou Host Club);
Uke | Asahina Yuki (CV: Yonai Yuki)
Bandou Haruki (Cheer Danshi!!).
Confira também
Desde março, tenho me reunido com as amigas da faculdade (já nos formamos há alguns anos) uma vez por mês. A princípio, sendo bem sincera, achava que essa seria uma frequência muito grande, a ponto de não termos muito o que conversar a cada encontro - da minha parte, pelo menos, a falta de novidades era quase uma certeza.
Felizmente, o passar dos meses me fez perceber o quanto estava enganada: aqueles trinta dias após um último encontro já vinham carregadinhos de assuntos e surpresas - ah, mas eu acertei quanto à parte que me toca; sorte que gosto mais de ouvir do que falar, hehe. Algumas confidências foram lamentáveis, outras foram motivo de muita alegria, mas todas foram acolhidas com carinho, amizade e um café caprichado.
Pois é, com esse compromisso que selamos, estamos aproveitando para conhecer alguns cafés bacanas de Curitiba e eu não fui boba de deixar a oportunidade escapar: 'bora fazer registros para o bloguinho! O delicioso café da tarde com as amigas de julho, por exemplo, foi garantido pela Chokolat.

Acho que o primeiro desafio para chegar na Chokolat é a Avenida do Batel: ô, rua mais difícil de atravessar, gente! 😭 Mas esse é apenas um drama das pessoas que não sabem dirigir ou que não estão com o carro na hora; os motoristas podem contar com um estacionamento (terceirizado) na loja e até um manobrista para facilitar as coisas.
O segundo ponto é você chegar na Avenida do Batel e se perguntar: onde está? É que a Chokolat está nos fundos de um imóvel, então é bom ficar atento à plaquinha da loja... Depois disso, é só alegria! 💨


Algo que eu achei muito bacana logo de cara são as opções de ambientes onde você queira ficar, cada qual com o seu charme: podemos tomar café no incrível deck externo, entrar e sentar às mesas lindas de madeira com uma iluminação intimista, ou ainda buscar mais privacidade nos fundos e se acomodar no estofado em L ou na grande mesa de madeira maciça, adornada por um pomposo chandelier. Talvez valha a pena fazer outras visitas à Chokolat apenas para ter diferentes experiências em cada ambiente.


Com um nome estiloso, mas sugestivo desses, claro que não poderiam faltar os chocolates! Eu sou uma anta tímida que não consegue alugar uns minutinhos dos atendentes para perguntar sobre as coisas, mas sei que a Chokolat tem uma produção própria, com material de alta qualidade e técnicas primorosas que se refletem no brilho e na delicadeza dos chocolates na vitrine do grande balcão. Já estou devendo uma nova visita para levar algumas dessas joias para casa!


Ficamos um tempão folheando o menu e enrolando a solícita atendente por um bom motivo: tem muitas opções bacanas e queríamos experimentar de tudo um pouco! Talvez fosse previsível que houvesse pratos da cozinha francesa, mas ficamos surpresas com as opções de comida asiática - tailandesa e indonésia - e admiradas com os verrines, as éclairs e a variedade de cafés servidos.
Digamos que eu estava lá mais pelas éclairs, então ataquei duas de uma vez só, mas a Chokolat tem uma opção super boa para acalmar corações indecisos como os nossos: o menu degustação de sobremesa, que vem com um mini brule, um mini cheesecake, um mini tartelette (Chokolat), uma éclair cujo sabor podíamos escolher e um copinho de chocolate quente!
Por fim, ainda levei duas éclairs para a minha mãe - sim, eu levei num busão e eles sobreviveram, rá! E fiquei babando sobre algumas coisas da vitrine: tinha os chocolates, claro, mas também macarons, cake pops, muffins e um mel de laranjeira em embalagem de ursinho que me arrependi muito de não ter comprado (pela embalagem, quem nunca? Huahuahua).



Felizmente, o passar dos meses me fez perceber o quanto estava enganada: aqueles trinta dias após um último encontro já vinham carregadinhos de assuntos e surpresas - ah, mas eu acertei quanto à parte que me toca; sorte que gosto mais de ouvir do que falar, hehe. Algumas confidências foram lamentáveis, outras foram motivo de muita alegria, mas todas foram acolhidas com carinho, amizade e um café caprichado.
Pois é, com esse compromisso que selamos, estamos aproveitando para conhecer alguns cafés bacanas de Curitiba e eu não fui boba de deixar a oportunidade escapar: 'bora fazer registros para o bloguinho! O delicioso café da tarde com as amigas de julho, por exemplo, foi garantido pela Chokolat.

Acho que o primeiro desafio para chegar na Chokolat é a Avenida do Batel: ô, rua mais difícil de atravessar, gente! 😭 Mas esse é apenas um drama das pessoas que não sabem dirigir ou que não estão com o carro na hora; os motoristas podem contar com um estacionamento (terceirizado) na loja e até um manobrista para facilitar as coisas.
O segundo ponto é você chegar na Avenida do Batel e se perguntar: onde está? É que a Chokolat está nos fundos de um imóvel, então é bom ficar atento à plaquinha da loja... Depois disso, é só alegria! 💨


Algo que eu achei muito bacana logo de cara são as opções de ambientes onde você queira ficar, cada qual com o seu charme: podemos tomar café no incrível deck externo, entrar e sentar às mesas lindas de madeira com uma iluminação intimista, ou ainda buscar mais privacidade nos fundos e se acomodar no estofado em L ou na grande mesa de madeira maciça, adornada por um pomposo chandelier. Talvez valha a pena fazer outras visitas à Chokolat apenas para ter diferentes experiências em cada ambiente.
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| A água é cortesia da casa: toda mesa tem uma garrafa de prontidão! |


Com um nome estiloso, mas sugestivo desses, claro que não poderiam faltar os chocolates! Eu sou uma anta tímida que não consegue alugar uns minutinhos dos atendentes para perguntar sobre as coisas, mas sei que a Chokolat tem uma produção própria, com material de alta qualidade e técnicas primorosas que se refletem no brilho e na delicadeza dos chocolates na vitrine do grande balcão. Já estou devendo uma nova visita para levar algumas dessas joias para casa!


Ficamos um tempão folheando o menu e enrolando a solícita atendente por um bom motivo: tem muitas opções bacanas e queríamos experimentar de tudo um pouco! Talvez fosse previsível que houvesse pratos da cozinha francesa, mas ficamos surpresas com as opções de comida asiática - tailandesa e indonésia - e admiradas com os verrines, as éclairs e a variedade de cafés servidos.
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| As vítimas do dia foram a éclair de pistache... |
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| ... E a éclair de brulee, junto com uma soda italiana de cranberry, oh là là! |
Digamos que eu estava lá mais pelas éclairs, então ataquei duas de uma vez só, mas a Chokolat tem uma opção super boa para acalmar corações indecisos como os nossos: o menu degustação de sobremesa, que vem com um mini brule, um mini cheesecake, um mini tartelette (Chokolat), uma éclair cujo sabor podíamos escolher e um copinho de chocolate quente!
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| Menu degustação com éclair de baunilha |
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| ... Eu não tenho certeza de qual bebida gelada é, mas chuto que seja o Iced Chocolate! |
Por fim, ainda levei duas éclairs para a minha mãe - sim, eu levei num busão e eles sobreviveram, rá! E fiquei babando sobre algumas coisas da vitrine: tinha os chocolates, claro, mas também macarons, cake pops, muffins e um mel de laranjeira em embalagem de ursinho que me arrependi muito de não ter comprado (pela embalagem, quem nunca? Huahuahua).

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| Melhores lustres ever (e de lustre, eu entendo! Huahuahua), sim ou com certeza? |


Chokolat Chocolateria
Avenida do Batel, 1190 (Fundos) - Batel
Tel: (41) 3527-1639
Site | Facebook | Instagram | TripAdvisor
Mês passado fiz a previsão e olha o que aconteceu: agosto caiu no meu colo LOTADO de BLCDs e a imagem do checklist, com o novo layout, se tornou um desafio para quebrar a cabeça por alguns bons dias... O resultado está aí embaixo, que tal? 😍
Vocês podem estranhar porque estou tão orgulhosa do resultado, mas sou apenas uma aspirante a mexedora de Photoshop. Imagino que quem é profissa deva passar com um rolo compressor por cima desses probleminhas todo dia, de tão fáceis que são, mas para mim todos eles mais parecem montanhas enormes repletas de declives! Me deixem comemorar minha pequena conquista do Everest, por favor 😝

Vou dizer a verdade: desse tantão de lançamentos aí, eu só devo conhecer dois mangás e as propostas de duas séries originais, o que limita bastante o que eu poderia realmente eleger como Destaque do Mês. Bom, dessas quatro opções, o que me passou alguma impressão foi Umibe no Étranger, mas estaria mentindo se dissesse que estou mega entusiasmada para conferir a adaptação...
Ah, mas não me entendam mal, Umibe não é um mangá ruim: o traço é agradável e bonito - embora todos os personagens pareçam mais novos do que realmente são -, tem uma trama bem construída e os comportamentos são bem plausíveis; a falta de alarde do Shun me chamou muito a atenção.
Contudo, a forma da narrativa me parece dinâmica demais e eu não consegui me envolver com a história a ponto de sentir, sofrer, me angustiar ou torcer pelos personagens, pelo menos não tanto quanto eu realmente queria. Ainda assim, acho uma boa opção se você quer acompanhar algo light para a sua tarde de domingo da preguicinha, por exemplo. 😊
Vocês podem estranhar porque estou tão orgulhosa do resultado, mas sou apenas uma aspirante a mexedora de Photoshop. Imagino que quem é profissa deva passar com um rolo compressor por cima desses probleminhas todo dia, de tão fáceis que são, mas para mim todos eles mais parecem montanhas enormes repletas de declives! Me deixem comemorar minha pequena conquista do Everest, por favor 😝

Destaque do Mês
Vou dizer a verdade: desse tantão de lançamentos aí, eu só devo conhecer dois mangás e as propostas de duas séries originais, o que limita bastante o que eu poderia realmente eleger como Destaque do Mês. Bom, dessas quatro opções, o que me passou alguma impressão foi Umibe no Étranger, mas estaria mentindo se dissesse que estou mega entusiasmada para conferir a adaptação...
Ah, mas não me entendam mal, Umibe não é um mangá ruim: o traço é agradável e bonito - embora todos os personagens pareçam mais novos do que realmente são -, tem uma trama bem construída e os comportamentos são bem plausíveis; a falta de alarde do Shun me chamou muito a atenção.
Contudo, a forma da narrativa me parece dinâmica demais e eu não consegui me envolver com a história a ponto de sentir, sofrer, me angustiar ou torcer pelos personagens, pelo menos não tanto quanto eu realmente queria. Ainda assim, acho uma boa opção se você quer acompanhar algo light para a sua tarde de domingo da preguicinha, por exemplo. 😊
O estudante do ensino médio Chibana Mio (CV: Matsuoka Yoshitsugu) é um garoto bonito, porém muito triste, pois seus pais morreram e está sob os cuidados de pessoas que não são seus parentes. Sem vontade alguma de voltar a esse lar que não lhe pertencia mais, tornou-se um hábito para Mio se sentar num banco e fitar o mar até o escurecer.
A cena chama a atenção do escritor Hashimoto Shun (CV: Murata Taishi), que se mudou para a casa de sua avó na ilha de Okinawa depois de ser deserdado por seu pai ao "sair do armário" em plena cerimônia de casamento. Na tentativa de se aproximar de Mio, Shun é rechaçado de cara por um garoto já calejado pelo olhar de pena dos outros; percebendo, contudo, que o escritor estava realmente interessado em conhecê-lo pelo que era, Mio começa a abrir aos poucos seu coração. Infelizmente, não demora muito e o garoto tem de deixar a ilha para ficar num orfanato.
Três anos se passam e, para a surpresa de Shun, Mio volta a Okinawa decidido a abraçar seus sentimentos e ficar ao seu lado. A princípio, o escritor aceita a relação com o garoto, mas é frustrante para ele imaginar que talvez esteja tirando de Mio a chance de um futuro mais "normal"...
Referências
Seme | Chibana Mio (CV: Matsuoka Yoshitsugu)
Kirito (Sword Art Online), Tsukishima (Hybrid Child), Soma Yukihira (Shokugeki no Soma);
Uke | Hashimoto Shun (CV: Murata Taishi)
Todoroki Takashi (Yu-Gi-Oh! Zexal), Shijima Hiroto (Durarara!!), Ibusaki Shun (Shokugeki no Soma).
Confira também
Opa, que finalmente saíram os favoritos de junho! Agora estou em ordem com esta sessão e vocês nem sabem o quanto que isso faz bem para o meu coraçãozinho, mesmo que não importe para o resto do mundo, tralala manda bala! 😝

Eu sou apaixonada por Avatar: A Lenda de Korra, mas nem em mil anos imaginaria que a Good Smile lançaria um Nendoroid dessa diva destruidora! E que gracinha que ficou, né? Ainda conta com efeitos de dobras de água e fogo e displays com os pés firmes ou se elevando! Só vou por defeito de chata, mas senti falta de uma face alternativa com o estado Avatar, por exemplo...
A coisa mais chata mesmo é que, por enquanto, as pre-orders estão limitadas apena ao pessoal que mora nos EUA, baita sacanagem. O lançamento oficial do amor será em novembro! 💙
Antes de tudo, eu não vi esse filme no hype do lançamento no cinema, por isso que ele está aqui, no meio do ano - e provavelmente será assim com Procurando Dory também, mas enfim! Sabe, me encanto toda vez que a Disney se dedica a criar todo um universo novo para ambientar uma de suas histórias; no caso, ela criou um mundo bem desenvolvido, formado apenas por animais:
A partir da organização social em jogo, considero uma pegada mega inteligente conseguir fazer críticas sutis à realidade. Posso estar errada, mas entendo que Zootopia trabalhou com as limitações que preconceitos e rótulos trazem, limitando raposas à desconfiança, coelhos à fraqueza e predadores a um inerente perigo em sua herança histórica e genética. Judy e Nick estão aí para provar que podem ser muito maiores do que os demais prejulgam que eles são - até o Flecha contraria, gente, hehe!
Também me passou pela cabeça uma trívia que não sei se aplica ao caso mesmo, mas lá vai! Eu não sou mega antenada em Disney, mas me consta que faz um tempão que o estúdio não mexe com bichinhos "da floresta", por assim dizer, e sempre que usava era para contar uma história meio dramática. Coelhos me lembram o Tambor do Bambi, já raposas me remetem a Robin Hood e O Cão e a Raposa - que tem de ver com um lencinho de plantão, toda vez. Ver Zootopia, uma história moderna e dinâmica, englobando esses animais de volta e pensar nessa trívia maluca me fez sorrir um pouco sozinha.
E as referências de cultura pop são um show a parte, né? O Poderoso Chefão já estava escancarado nos trailers, mas ri demais com todo o núcleo que homenageia Breaking Bad! Ah, e Shakira se superou com Try Everything, porque está difícil de passar um dia sem ouvir essa música pelo menos uma vez ao dia... 💙
O que são esses focinhos do amor, gente?! 😍 É cada um mais precioso que o outro, né... Mas para tudo que lá vem o absurdo: acredite ou não, todos eles nasceram de um simples pompom de lã - é, aquele mesmo que você enrola várias vezes, amarra no meio, corta as extremidades e poda com a tesourinha! Impossibru? Bem, para essa artesã genial, chamada Kuroda Tsubasa, não é mesmo!
Embora eu tente fazer uma coisinha aqui e ali, não posso dizer que tenho intimidade com artes manuais, mas, depois de assistir ao vídeo, achei que poderia me dar uma chance de tentar! Fui atrás dos materiais nos armarinhos, mas não dá para fazer as combinações de lãs diferentes entre a parte de cima e de baixo (não sei se me fiz entender) com os moldes que temos aqui no Brasil para fazer os pompons, o que seria importante nos modelinhos mais complexos...
Bem, vou ter de adiar um pouquinho os planos, mas devo pedir uma forcinha amiga para importar o livro da moça e os moldes japoneses até o final do ano, escreve aí! 😊
Não sei porque me deu uma vontade doida de ouvir HANABI e ela me acompanhou na cabeça e na playlist por todo esse mês. Na verdade, eu estive numa vibe meio down em junho, então penso que meu inconsciente foi lá procurar na minha discoteca mental uma letra com a qual pudesse me identificar. É down, já avisei, por isso ele deve ter escolhido isto aqui:
Embora não tenha assistido ao dorama "Code Blue", do qual essa música é tema, conheci HANABI numa época em que estava tentando entender melhor o que algumas amigas em especial gostavam, e Mr. Children é (ou, ao menos, era) um dos favoritos de uma amiga muito querida e de ótimo faro musical. Hoje, penso que foi uma ótima oportunidade para conhecer uma banda boa, com ótima melodia e papos cabeça em suas letras. Ah, e eu já estou melhor da vibe, tranquilo! 👊
Já tive a oportunidade de mencionar por aqui que eu sou uma zero à esquerda na cozinha, mas isso não significa que não me aventuro de vez em quando!
Uma coisa super boa da cozinha brasileira é aceitar e adaptar de boas receitas para despachar tudo no liquidificador - e não é que fica bom? É pudim, torta salgada, mousse, pão de queijo, smoothie, sorvete...Uma dessas maravilhas que resolvi testar, de tão fácil que é, foi o bolo "pega-marido". Calma que, embora estejamos no clima de festas juninas, Santo Antônio e tals, ainda não estou nesse desespero!
Na verdade, é um bolo cremoso de leite condensado que é de se comer ajoelhado, ainda mais se você se der bem com o seu forno! Olha, eu não sei se o seu crush vai comer esse bolo, mas se alguém fizer para mim com frequência, eu penso sério em casar, hein? Huahuahua! 😏

Nendoroid da Korra
Eu sou apaixonada por Avatar: A Lenda de Korra, mas nem em mil anos imaginaria que a Good Smile lançaria um Nendoroid dessa diva destruidora! E que gracinha que ficou, né? Ainda conta com efeitos de dobras de água e fogo e displays com os pés firmes ou se elevando! Só vou por defeito de chata, mas senti falta de uma face alternativa com o estado Avatar, por exemplo...
A coisa mais chata mesmo é que, por enquanto, as pre-orders estão limitadas apena ao pessoal que mora nos EUA, baita sacanagem. O lançamento oficial do amor será em novembro! 💙
Zootopia
Antes de tudo, eu não vi esse filme no hype do lançamento no cinema, por isso que ele está aqui, no meio do ano - e provavelmente será assim com Procurando Dory também, mas enfim! Sabe, me encanto toda vez que a Disney se dedica a criar todo um universo novo para ambientar uma de suas histórias; no caso, ela criou um mundo bem desenvolvido, formado apenas por animais:
A partir da organização social em jogo, considero uma pegada mega inteligente conseguir fazer críticas sutis à realidade. Posso estar errada, mas entendo que Zootopia trabalhou com as limitações que preconceitos e rótulos trazem, limitando raposas à desconfiança, coelhos à fraqueza e predadores a um inerente perigo em sua herança histórica e genética. Judy e Nick estão aí para provar que podem ser muito maiores do que os demais prejulgam que eles são - até o Flecha contraria, gente, hehe!
Também me passou pela cabeça uma trívia que não sei se aplica ao caso mesmo, mas lá vai! Eu não sou mega antenada em Disney, mas me consta que faz um tempão que o estúdio não mexe com bichinhos "da floresta", por assim dizer, e sempre que usava era para contar uma história meio dramática. Coelhos me lembram o Tambor do Bambi, já raposas me remetem a Robin Hood e O Cão e a Raposa - que tem de ver com um lencinho de plantão, toda vez. Ver Zootopia, uma história moderna e dinâmica, englobando esses animais de volta e pensar nessa trívia maluca me fez sorrir um pouco sozinha.
E as referências de cultura pop são um show a parte, né? O Poderoso Chefão já estava escancarado nos trailers, mas ri demais com todo o núcleo que homenageia Breaking Bad! Ah, e Shakira se superou com Try Everything, porque está difícil de passar um dia sem ouvir essa música pelo menos uma vez ao dia... 💙
Bichinhos de pompom
O que são esses focinhos do amor, gente?! 😍 É cada um mais precioso que o outro, né... Mas para tudo que lá vem o absurdo: acredite ou não, todos eles nasceram de um simples pompom de lã - é, aquele mesmo que você enrola várias vezes, amarra no meio, corta as extremidades e poda com a tesourinha! Impossibru? Bem, para essa artesã genial, chamada Kuroda Tsubasa, não é mesmo!
Embora eu tente fazer uma coisinha aqui e ali, não posso dizer que tenho intimidade com artes manuais, mas, depois de assistir ao vídeo, achei que poderia me dar uma chance de tentar! Fui atrás dos materiais nos armarinhos, mas não dá para fazer as combinações de lãs diferentes entre a parte de cima e de baixo (não sei se me fiz entender) com os moldes que temos aqui no Brasil para fazer os pompons, o que seria importante nos modelinhos mais complexos...
Bem, vou ter de adiar um pouquinho os planos, mas devo pedir uma forcinha amiga para importar o livro da moça e os moldes japoneses até o final do ano, escreve aí! 😊
HANABI, do Mr.Children
Não sei porque me deu uma vontade doida de ouvir HANABI e ela me acompanhou na cabeça e na playlist por todo esse mês. Na verdade, eu estive numa vibe meio down em junho, então penso que meu inconsciente foi lá procurar na minha discoteca mental uma letra com a qual pudesse me identificar. É down, já avisei, por isso ele deve ter escolhido isto aqui:
"Quanto valor tenho aqui,
neste mundo em que vivo?
Isso me faz pensar que tudo não tem sentido
ou talvez eu esteja apenas cansado?
Em troca de conseguir algo,
tive de desistir de muitas coisas importantes.
Mas este não é um mundo tranquilo
onde eu possa lamentar por toda e cada coisa.
Afinal, que tipo de ideais devo imaginar?
Que tipo de esperança devo abraçar para seguir?
Essas perguntas que parecem impossíveis de se responder
Permeiam meu dia a dia."
Embora não tenha assistido ao dorama "Code Blue", do qual essa música é tema, conheci HANABI numa época em que estava tentando entender melhor o que algumas amigas em especial gostavam, e Mr. Children é (ou, ao menos, era) um dos favoritos de uma amiga muito querida e de ótimo faro musical. Hoje, penso que foi uma ótima oportunidade para conhecer uma banda boa, com ótima melodia e papos cabeça em suas letras. Ah, e eu já estou melhor da vibe, tranquilo! 👊
Bolo pega-marido
Já tive a oportunidade de mencionar por aqui que eu sou uma zero à esquerda na cozinha, mas isso não significa que não me aventuro de vez em quando!
Uma coisa super boa da cozinha brasileira é aceitar e adaptar de boas receitas para despachar tudo no liquidificador - e não é que fica bom? É pudim, torta salgada, mousse, pão de queijo, smoothie, sorvete...Uma dessas maravilhas que resolvi testar, de tão fácil que é, foi o bolo "pega-marido". Calma que, embora estejamos no clima de festas juninas, Santo Antônio e tals, ainda não estou nesse desespero!
Receita
Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 e ¼ de xícara de leite integral
1 e ¼ de xícara de farinha de trigo
200 ml de leite de coco
¾ de xícara de açúcar
3 colheres de sopa de margarina ou manteiga
3 ovos inteiros
Modo de Preparo
1. Começando pelos líquidos, coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até formar uma massa homogênea;
2. Pré-aqueça o forno a 180ºC e despeje a massa numa assadeira untada com farinha e margarina;
3. Leve ao forno médio (200ºC) e deixe até dourar, o que pode ser de 30 a 60 minutos.
DICA: A consistência é de queijadinha, então o palito pode sair sujo ao testar, mas não tem erro - se estiver bem douradinho, pode desligar, esperar esfriar, tirar da fôrma e servir!
Na verdade, é um bolo cremoso de leite condensado que é de se comer ajoelhado, ainda mais se você se der bem com o seu forno! Olha, eu não sei se o seu crush vai comer esse bolo, mas se alguém fizer para mim com frequência, eu penso sério em casar, hein? Huahuahua! 😏
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