Favoritos
Depois que terminei de fazer a ilustra para o post, percebi o arzinho meio borocoxô que ele tomou e me assustei um pouco: significa que alguns ranços aqui guardados estão começando a transparecer nas coisas que estou fazendo.
Sabe, antigamente eu me considerava boa em maquiá-los, camuflá-los, deixá-los quietinhos num cantinho. Hoje, não se trata do cachorro velho ter desaprendido os truques, e sim que o copo começou a transbordar. A fim de podar essas trepadeiras traiçoeiras que têm se enroscado pelos meus pensamentos e sentimentos, já estou indo atrás de ajuda profissional.
Desculpe o excesso de metáforas até aqui, mas foi o único jeito que encontrei para deixar o papo mais leve sem desviar da verdade. Espero poder fazer um novo Favoritos com notícias melhores em breve. Bom, nem por isso este post deixou de ser criado e maturado com muito carinho! 💙 Por favor, confira meus Favoritos de agosto e setembro:

Já faz umas semaninhas, mas fotos da pessoinha que vos escreve estão fazendo parte das páginas (é só clicar nos links do menu superior) e da capa da fanpage no Face! 📸 Essa foi, na verdade, a realização de uma das grandes metas que tinha traçado para 2017 e não poderia ter conseguido sem a ajuda dos fotógrafos Thais e Reynolds, o casal que toca a Blue Bird Fotografia.
Desde o momento em que tomei coragem para contatá-los, tinha a ideia fixa de fazer fotos conceituais, sem olhar direto para a câmera e que tivessem um ar urbano, talvez até mostrando um pouco da identidade de Curitiba. Pois bem, acho que o dia em que fizemos a sessão não poderia ter sido mais tipicamente curitibano: friozinho e nublado. Me encontrei com o casal nas escadarias da UFPR e as laterais do Prédio Histórico emolduraram boa parte das fotos.

Ah, mas o ensaio não era apenas sobre o blog; havia um bichinho curioso aqui dentro de mim querendo saber como eu poderia ser vista ou captada por uma lente profissional. Bom, uma coisa ficou muito clara para mim durante a sessão e se confirmou quando vi o resultado final: eu sou toda dura, haha! 😂 De fato, não tenho muita consciência corporal e fiquei bem ansiosa-nervosa-perdida na oportunidade. No mais, perceber os olhares dos transeuntes tentando entender porque a guria toda dura lá estava sendo fotografada na rua não ajudava a me acalmar, haha... 😳
Saldo da história? Estou feliz por agora ter um acervo de fotos bonitas minhas e pelo encontro com alguns dos talentos locais que mais fico stalkeando nas redes sociais, hehe! Agradeço muito à Thais e ao Reynolds pela paciência, de verdade. Recomendo uma passadinha no Instagram da Blue Bird para babar nas fotos, falar com esse casal bacana e marcar o seu próximo ensaio fotográfico! 💙
Ahá! Finalmente, consegui assistir a Boku no Hero Academia e... Estou viciada, haha! ✌️ Na verdade, essa história tem todos os ingredientes de um típico shonen, até aquela certeza de que nosso protagonista será bem-sucedido no futuro, então não haveria nada de novo sob o sol, mas... Sabe quando um filme, uma música, uma série te pega de jeito porque está falando com o seu momento? Foi assim mesmo que Boku no Hero me fisgou. 🙋
Essa minijornada de menino Izuku diante das adversidades, que compreende os primeiros episódios, foi responsável pela fisgada fatal. Super me marcou a parte na qual ele percebe que receber aquela poderosa Individualidade lhe concedeu apenas a chance de estar na linha de largada; agora, Izuku tinha de se esforçar muito mais do que os demais, que já sabiam usar seus poderes há tempos, para atingir seus objetivos. 🏃
Com o decorrer da história, dá para perceber uma narrativa sensível a lados inesperados, mas muito humanos dos personagens, revelando os medos dos Heróis e a racionalidade dos Vilões. Mais do que as lutas alucinantes, acredito que os diálogos são outro atrativo a se prestigiar, principalmente a forma com que o autor aborda a importância da simbologia dentro desses dois grandes pólos sociais da sua história. 👀
Pensando em cuidar um pouquinho melhor do meu rosto, lembrei de um vídeo japonês que havia assistido no ano passado com instruções para uma massagem facial "anti-idade" e resolvi ir atrás dele novamente para aplicar à minha rotina matinal. 💆 O princípio da técnica é direcionar a circulação, de forma que mais toxinas sejam levadas aos vasos linfáticos, sendo que boa parte deles estão localizados nas extremidades laterais do pescoço.
Essa massagem foi criada por uma maquiadora muito famosa chamada Tanaka Yukuko, que infelizmente faleceu há alguns anos por câncer na laringe. Não dá para dizer, contudo, que foi uma fatalidade: Tanaka-san chegou a ficar no topo de uma pesquisa de opinião sobre qual celebridade o público gostaria que parasse de fumar - e olha que raridade mesmo é ver adulto no Japão que não fume...
Vamos, então, ao momento "testei e aprovei": desde que comecei a realizar essa massagem, senti a minha pele um pouco mais aveludada e saudável. Acho gostosa a sensação de "músculo trabalhando" que fica no rosto depois de estimulá-lo, já que é necessário imprimir um pouco de pressão e calor com toda a extensão dos dedos para a massagem dar certo. Ainda há a expectativa para que sinta as minhas feições mudando, mas, como comecei há uns dois meses, imagino que seja cedo para isso acontecer... 😅
A essa altura, eu já tentei escrever esta linha umas três vezes, mas é difícil comentar sobre "Okja" sem me considerar hipócrita. Quero dizer, se tenho uma pequena noção de como é a indústria da carne e de como o marketing das coisas funciona, então teoricamente a trama não estaria trazendo nenhuma novidade e eu não teria o direito de ficar sentida ou chocada em momento algum do filme - ainda mais pelo fato de não ter deixado de consumir carne por conta disso.
Então, o que trouxe essas emoções? Acho que foram o esforço da primeira parte do filme para que conheçamos a relação de Okja e Mija - parecida com a que temos com um bichinho de estimação, atribuindo até sentimentos e reações humanas à super porca - e a mea culpa por Okja ser uma criatura fictícia.
Inclusive, talvez essa seja a pior característica, porque cria uma lacuna que podemos preencher com qualquer animal e com qualquer propósito, afinal crueldade com animais não é de longe exclusividade da indústria alimentícia. A cereja do bolo para se sentir mal foi o final mesmo, com todos os tapas na cara possíveis: a menos que seus propósitos sejam marketeiros, ideais não têm valor num sistema capitalista e suas engrenagens não deixarão de se mover por conta deles. Ouch.
Embora eu tenha terminado o filme me sentindo desconfortável, tive de ficar ruminando por vários dias sobre o que tinha assistido para chegar a algumas dessas conclusões, como visto, mais desconfortáveis ainda. Atribuo isso à habilidade excepcional do diretor sul-coreano Joon-Ho Bong - que também me fez pensar por dias sobre "Expresso do Amanhã" -, o qual toca nas feridas sociais de uma forma sutil, mas muito pertinente, te forçando a revisitar a história na cabeça por muito tempo.
Sabe, antigamente eu me considerava boa em maquiá-los, camuflá-los, deixá-los quietinhos num cantinho. Hoje, não se trata do cachorro velho ter desaprendido os truques, e sim que o copo começou a transbordar. A fim de podar essas trepadeiras traiçoeiras que têm se enroscado pelos meus pensamentos e sentimentos, já estou indo atrás de ajuda profissional.
Desculpe o excesso de metáforas até aqui, mas foi o único jeito que encontrei para deixar o papo mais leve sem desviar da verdade. Espero poder fazer um novo Favoritos com notícias melhores em breve. Bom, nem por isso este post deixou de ser criado e maturado com muito carinho! 💙 Por favor, confira meus Favoritos de agosto e setembro:

1. Blue Bird Fotografia
Já faz umas semaninhas, mas fotos da pessoinha que vos escreve estão fazendo parte das páginas (é só clicar nos links do menu superior) e da capa da fanpage no Face! 📸 Essa foi, na verdade, a realização de uma das grandes metas que tinha traçado para 2017 e não poderia ter conseguido sem a ajuda dos fotógrafos Thais e Reynolds, o casal que toca a Blue Bird Fotografia.
Desde o momento em que tomei coragem para contatá-los, tinha a ideia fixa de fazer fotos conceituais, sem olhar direto para a câmera e que tivessem um ar urbano, talvez até mostrando um pouco da identidade de Curitiba. Pois bem, acho que o dia em que fizemos a sessão não poderia ter sido mais tipicamente curitibano: friozinho e nublado. Me encontrei com o casal nas escadarias da UFPR e as laterais do Prédio Histórico emolduraram boa parte das fotos.

Ah, mas o ensaio não era apenas sobre o blog; havia um bichinho curioso aqui dentro de mim querendo saber como eu poderia ser vista ou captada por uma lente profissional. Bom, uma coisa ficou muito clara para mim durante a sessão e se confirmou quando vi o resultado final: eu sou toda dura, haha! 😂 De fato, não tenho muita consciência corporal e fiquei bem ansiosa-nervosa-perdida na oportunidade. No mais, perceber os olhares dos transeuntes tentando entender porque a guria toda dura lá estava sendo fotografada na rua não ajudava a me acalmar, haha... 😳
Saldo da história? Estou feliz por agora ter um acervo de fotos bonitas minhas e pelo encontro com alguns dos talentos locais que mais fico stalkeando nas redes sociais, hehe! Agradeço muito à Thais e ao Reynolds pela paciência, de verdade. Recomendo uma passadinha no Instagram da Blue Bird para babar nas fotos, falar com esse casal bacana e marcar o seu próximo ensaio fotográfico! 💙
2. Boku no Hero Academia
Ahá! Finalmente, consegui assistir a Boku no Hero Academia e... Estou viciada, haha! ✌️ Na verdade, essa história tem todos os ingredientes de um típico shonen, até aquela certeza de que nosso protagonista será bem-sucedido no futuro, então não haveria nada de novo sob o sol, mas... Sabe quando um filme, uma música, uma série te pega de jeito porque está falando com o seu momento? Foi assim mesmo que Boku no Hero me fisgou. 🙋
Ter superpoderes é o novo "normal": num mundo em que cerca de 80% da população nasce com "Individualidades" dos mais diferentes tipos, os 20% restantes são completamente impotentes. Desde cedo, Midoriya Izuku soube que era uma dessas raridades e foi discriminado por isso. Um destino muito injusto para quem não queria mais nada, senão se tornar um Herói profissional.
Contudo, a chama de esperança continuava acessa no jovem, que admirava e estudava outros heróis sempre que possível. Eis que, um dia, sua persistência parece gerar frutos: Izuku não apenas encontra o maior Herói de todos, seu ídolo All Might, como este também o escolhe como seu sucessor, transmitindo-lhe sua única e poderosa Individualidade!
Após meses de duro treino, Izuku entra para a U.A. High School, uma escola colegial famosa por seu excelente programa de treinamento para Heróis. Com calouros promissores neste ano e a eminente ameaça de uma organização de Vilões, Izuku logo aprenderá o que realmente significa ser um Herói.
Essa minijornada de menino Izuku diante das adversidades, que compreende os primeiros episódios, foi responsável pela fisgada fatal. Super me marcou a parte na qual ele percebe que receber aquela poderosa Individualidade lhe concedeu apenas a chance de estar na linha de largada; agora, Izuku tinha de se esforçar muito mais do que os demais, que já sabiam usar seus poderes há tempos, para atingir seus objetivos. 🏃
Com o decorrer da história, dá para perceber uma narrativa sensível a lados inesperados, mas muito humanos dos personagens, revelando os medos dos Heróis e a racionalidade dos Vilões. Mais do que as lutas alucinantes, acredito que os diálogos são outro atrativo a se prestigiar, principalmente a forma com que o autor aborda a importância da simbologia dentro desses dois grandes pólos sociais da sua história. 👀
3. Massagem facial de Tanaka Yukuko
Pensando em cuidar um pouquinho melhor do meu rosto, lembrei de um vídeo japonês que havia assistido no ano passado com instruções para uma massagem facial "anti-idade" e resolvi ir atrás dele novamente para aplicar à minha rotina matinal. 💆 O princípio da técnica é direcionar a circulação, de forma que mais toxinas sejam levadas aos vasos linfáticos, sendo que boa parte deles estão localizados nas extremidades laterais do pescoço.
Essa massagem foi criada por uma maquiadora muito famosa chamada Tanaka Yukuko, que infelizmente faleceu há alguns anos por câncer na laringe. Não dá para dizer, contudo, que foi uma fatalidade: Tanaka-san chegou a ficar no topo de uma pesquisa de opinião sobre qual celebridade o público gostaria que parasse de fumar - e olha que raridade mesmo é ver adulto no Japão que não fume...
Vamos, então, ao momento "testei e aprovei": desde que comecei a realizar essa massagem, senti a minha pele um pouco mais aveludada e saudável. Acho gostosa a sensação de "músculo trabalhando" que fica no rosto depois de estimulá-lo, já que é necessário imprimir um pouco de pressão e calor com toda a extensão dos dedos para a massagem dar certo. Ainda há a expectativa para que sinta as minhas feições mudando, mas, como comecei há uns dois meses, imagino que seja cedo para isso acontecer... 😅
Obs.: Ah, esse vídeo tem mais duas partes; acesse pelo YouTube que você encontra todas as instruções rapidinho 😉
4. Okja (2017)
Nova York, 2007. CEO de uma poderosa empresa, Lucy Mirando (Tilda Swinton) apresenta ao mundo uma nova espécie animal, descoberta no Chile. Apelidada de "super porco", 26 exemplares dessa espécie são enviados a fazendas de países distintos, de forma que cada uma possa apresentá-lo à sua própria cultura local. A ideia é que os animais permaneçam espalhados ao redor do planeta por dez anos; após esse período, todos participarão de um concurso no qual se escolherá o melhor super porco.
Uma década depois, a jovem Mija (Seo-Hyun Ahn) convive desde a infância com Okja, o super porco fêmea criado pelo avô no interior da Coreia do Sul. Prestes a perdê-la devido ao tal concurso, Mija decide lutar para ficar com Okja, custe o que custar.
A essa altura, eu já tentei escrever esta linha umas três vezes, mas é difícil comentar sobre "Okja" sem me considerar hipócrita. Quero dizer, se tenho uma pequena noção de como é a indústria da carne e de como o marketing das coisas funciona, então teoricamente a trama não estaria trazendo nenhuma novidade e eu não teria o direito de ficar sentida ou chocada em momento algum do filme - ainda mais pelo fato de não ter deixado de consumir carne por conta disso.
Então, o que trouxe essas emoções? Acho que foram o esforço da primeira parte do filme para que conheçamos a relação de Okja e Mija - parecida com a que temos com um bichinho de estimação, atribuindo até sentimentos e reações humanas à super porca - e a mea culpa por Okja ser uma criatura fictícia.
Inclusive, talvez essa seja a pior característica, porque cria uma lacuna que podemos preencher com qualquer animal e com qualquer propósito, afinal crueldade com animais não é de longe exclusividade da indústria alimentícia. A cereja do bolo para se sentir mal foi o final mesmo, com todos os tapas na cara possíveis: a menos que seus propósitos sejam marketeiros, ideais não têm valor num sistema capitalista e suas engrenagens não deixarão de se mover por conta deles. Ouch.
Embora eu tenha terminado o filme me sentindo desconfortável, tive de ficar ruminando por vários dias sobre o que tinha assistido para chegar a algumas dessas conclusões, como visto, mais desconfortáveis ainda. Atribuo isso à habilidade excepcional do diretor sul-coreano Joon-Ho Bong - que também me fez pensar por dias sobre "Expresso do Amanhã" -, o qual toca nas feridas sociais de uma forma sutil, mas muito pertinente, te forçando a revisitar a história na cabeça por muito tempo.
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O post começou meio tristinho e terminou assim também, né? Haha!
Não foi a intenção fechar assim, mas aconteceu...
E aí, você já fez um ensaio fotográfico? Quem sabe, viu alguma dessas dicas?
Conta aí, vamo se amar! 💙
Considerando a minha noia com os estudos no momento, mal dá para acreditar que os Favoritos saíram! Mas juntei os meses que faltavam, junho e julho. Burlando as regras, mocinha? Nah, é que, como eu não tinha muita novidade desses meses, resolvi somar as coisas para deixar o post mais bombadinho. 💪
Por falar em bombar, esses dias entrei para o grupinho das pessoas chiques com Sarahah, haha! Embora saiba que ele foi criado para um propósito, tive a ideia de usá-lo de outra forma aqui no blog e, para que isso aconteça, te faço um convite:
Você pode me falar ou perguntar o que quiser, quantas vezes quiser e eu respondo tudo por aqui! E sabe o que é melhor de usar o Sarahah? É que, por não precisar se identificar, você pode me dar um belo puxão de orelha ou fazer aquela pergunta cabeludona que sempre quis sem perder amizade por isso, haha!
Se der certo, posso até repetir a dose por aqui, o que acha? Sim, eu estou muito empolgada (haha), mas preciso muito da sua ajuda para fazer esse post virar realidade! Por favorzinho, acesse o ✨ Sarahah ✨ e solte o verbo com ousadia e alegria para a gente montar algo bacana juntos!

O Patchwork Design é uma grande feira que reúne fornecedores e artesãos desse trabalho, vindos de várias regiões do Brasil e de alguns países vizinhos. Até então realizado apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, o evento teve sua primeira edição em Curitiba no início de junho e foi sitiado no Expotrade Pinhais.
Quem estava ansiosa pela feira mesmo era minha mãe; depois de momentos de autopiedade culminarem, ela resolveu sacudir a poeira e receber uma nova fase de braços abertos, curtindo mais a vida e valorizando os dons naturais que tanto esbanja, mas nunca aplicou como profissão. Juntar suas habilidades manuais com a alegria de ver coisas tomando forma pelas suas mãos foi o casamento perfeito para investir no patchwork.

Eu fui junto porque minha mãe queria companhia na aventura - tá certo que, entretida, ela me esqueceu em alguns momentos, mas tudo bem, também não gostaria de ir sozinha para um local tão longe de casa. No final, o rolê valeu muito a pena para mim também, já que pude conhecer várias coisas inspiradoras e diferentes.
O que me chamou mais a atenção foi a exposição de quadros feitos em patchwork, cada qual quebrando aquele estereótipo de que essa técnica é coisa de vovó - por exemplo, essa peça na imagem dos Favoritos, que mais parece ter saído dos nossos livros de Biologia, é feita todinha de tecido; esses fragmentos aí em cima, também. Dá pra acreditar?! 😱
Sempre fantasiei, mas nunca imaginei que poderia mesmo assistir ao DVD de um show do Arashi junto com uma amiga também fã do grupo. Foi o pequeno sonho que consegui realizar em junho, num encontro muito gostoso, que começou com um chocolate quente inesquecível de Milka. Na verdade, dá para dizer que estou listando o DVD mais pelo momento que ele me faz lembrar do que pelo conteúdo em si, haha! 💙
É meio difícil comentar sobre como foi o show sem poder demonstrar nada (porque a agência dos meninos é muuuuito chata quando se trata de direitos autorais), mas todas as performances foram ótimas, com aquele nível de excelência que sempre é garantido por MatsuJun. ... Bom, tenho ressalvas apenas quanto ao solo do Ohno, Bad Boy, mas vou relevar por razões de eu ri, haha!
Fiquei bem impressionada com o documentário da turnê ao nos permitir acompanhar todo o seu processo de produção, desde as reuniões até os ensaios das coreografias. Houve outros DVDs em que se mostrava os bastidores no passado, mas não cobriam o preparatório antes das turnês começarem.
A meu ver, essa demonstração de todo o envolvimento dos membros com a produção parece mandar uma mensagem aos fãs: "esses somos nós de agora - adultos, maduros, mas fazendo as coisas para vocês com o mesmo sentimento e carinho". Posso estar pirando também, mas foi o que optei por absorver do show. De qualquer forma, esses meninos sempre terão meu respeito e admiração! ✨
Ultimamente, tenho dado uma chance às sugestões daquela coluna simpática à direita dos vídeos no YouTube, a fim de sair um pouco da caixinha e conhecer músicas e artistas novos. Alguns vídeos do MONDO GROSSO (nunca tinha ouvido falar dele antes) pipocaram na lista e o primeiro que cliquei foi Labyrinth - bum, amor à primeira "ouvida"! 💙
Por onde posso começar...? Achei essa música, aliada ao clipe, muito envolvente, sensual. Fiquei hipnotizada com todas as cenas desde o momento em que dei o play no vídeo! A fotografia é linda - o clipe foi gravado em Hong Kong -, a dança contemporânea eloquente nos encaminha para novos cenários a todo momento e tudo é embalado por uma voz doce que pede para se deixar levar por um momento intenso de paixão...
Btw, MONDO GROSSO é o pseudônimo do músico Osawa Shinichi e Labyrinth é uma das faixas do seu último álbum, Nandodemo atarashiku umareru (algo como "nascendo sempre novo"). Apesar de Osawa ter produzido todas as músicas do CD, cada uma é interpretada por um artista diferente; no caso, quem canta e dança neste clipe é a cantora e atriz Mitsushima Hikari.
Fiquei sabendo desse pastel pelo programa Plug, num episódio dedicado às delícias que poderíamos encontrar em Curitiba feitas com pinhão. O pastel é grande (deve ter uns 20 cm), a massa é sequinha e vem bem recheada com a combinação mais gostosa dos últimos tempos: carne seca e pinhão! 💘
Acho que tem Pastelaria Curitiba em outros lugares, mas não sei se todos oferecem esse sabor; só posso confirmar que tem na loja da Rua 24 Horas. Salvo engano, saiu por cerca de 15 reais. Se você é daqui, pre-ci-sa fazer um favor a si mesmo e experimentar esse pastel o mais rápido possível! 🤤
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Por falar em bombar, esses dias entrei para o grupinho das pessoas chiques com Sarahah, haha! Embora saiba que ele foi criado para um propósito, tive a ideia de usá-lo de outra forma aqui no blog e, para que isso aconteça, te faço um convite:
💙 Que tal fazermos um post juntos? 💙
Você pode me falar ou perguntar o que quiser, quantas vezes quiser e eu respondo tudo por aqui! E sabe o que é melhor de usar o Sarahah? É que, por não precisar se identificar, você pode me dar um belo puxão de orelha ou fazer aquela pergunta cabeludona que sempre quis sem perder amizade por isso, haha!
Se der certo, posso até repetir a dose por aqui, o que acha? Sim, eu estou muito empolgada (haha), mas preciso muito da sua ajuda para fazer esse post virar realidade! Por favorzinho, acesse o ✨ Sarahah ✨ e solte o verbo com ousadia e alegria para a gente montar algo bacana juntos!
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Voltemos, então, aos Favoritos de Junho e Julho!

1. Patchwork Design
O Patchwork Design é uma grande feira que reúne fornecedores e artesãos desse trabalho, vindos de várias regiões do Brasil e de alguns países vizinhos. Até então realizado apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, o evento teve sua primeira edição em Curitiba no início de junho e foi sitiado no Expotrade Pinhais.
Benina, você faz patchwork?
Amô, não sei nem pregar botão direito, quiçá unir tecido, haha! 😂
Quem estava ansiosa pela feira mesmo era minha mãe; depois de momentos de autopiedade culminarem, ela resolveu sacudir a poeira e receber uma nova fase de braços abertos, curtindo mais a vida e valorizando os dons naturais que tanto esbanja, mas nunca aplicou como profissão. Juntar suas habilidades manuais com a alegria de ver coisas tomando forma pelas suas mãos foi o casamento perfeito para investir no patchwork.

Eu fui junto porque minha mãe queria companhia na aventura - tá certo que, entretida, ela me esqueceu em alguns momentos, mas tudo bem, também não gostaria de ir sozinha para um local tão longe de casa. No final, o rolê valeu muito a pena para mim também, já que pude conhecer várias coisas inspiradoras e diferentes.
O que me chamou mais a atenção foi a exposição de quadros feitos em patchwork, cada qual quebrando aquele estereótipo de que essa técnica é coisa de vovó - por exemplo, essa peça na imagem dos Favoritos, que mais parece ter saído dos nossos livros de Biologia, é feita todinha de tecido; esses fragmentos aí em cima, também. Dá pra acreditar?! 😱
2. Live Tour Are You Happy?, de Arashi
Sempre fantasiei, mas nunca imaginei que poderia mesmo assistir ao DVD de um show do Arashi junto com uma amiga também fã do grupo. Foi o pequeno sonho que consegui realizar em junho, num encontro muito gostoso, que começou com um chocolate quente inesquecível de Milka. Na verdade, dá para dizer que estou listando o DVD mais pelo momento que ele me faz lembrar do que pelo conteúdo em si, haha! 💙
É meio difícil comentar sobre como foi o show sem poder demonstrar nada (porque a agência dos meninos é muuuuito chata quando se trata de direitos autorais), mas todas as performances foram ótimas, com aquele nível de excelência que sempre é garantido por MatsuJun. ... Bom, tenho ressalvas apenas quanto ao solo do Ohno, Bad Boy, mas vou relevar por razões de eu ri, haha!
Fiquei bem impressionada com o documentário da turnê ao nos permitir acompanhar todo o seu processo de produção, desde as reuniões até os ensaios das coreografias. Houve outros DVDs em que se mostrava os bastidores no passado, mas não cobriam o preparatório antes das turnês começarem.
A meu ver, essa demonstração de todo o envolvimento dos membros com a produção parece mandar uma mensagem aos fãs: "esses somos nós de agora - adultos, maduros, mas fazendo as coisas para vocês com o mesmo sentimento e carinho". Posso estar pirando também, mas foi o que optei por absorver do show. De qualquer forma, esses meninos sempre terão meu respeito e admiração! ✨
3. Labyrinth, de MONDO GROSSO
Ultimamente, tenho dado uma chance às sugestões daquela coluna simpática à direita dos vídeos no YouTube, a fim de sair um pouco da caixinha e conhecer músicas e artistas novos. Alguns vídeos do MONDO GROSSO (nunca tinha ouvido falar dele antes) pipocaram na lista e o primeiro que cliquei foi Labyrinth - bum, amor à primeira "ouvida"! 💙
Por onde posso começar...? Achei essa música, aliada ao clipe, muito envolvente, sensual. Fiquei hipnotizada com todas as cenas desde o momento em que dei o play no vídeo! A fotografia é linda - o clipe foi gravado em Hong Kong -, a dança contemporânea eloquente nos encaminha para novos cenários a todo momento e tudo é embalado por uma voz doce que pede para se deixar levar por um momento intenso de paixão...
Btw, MONDO GROSSO é o pseudônimo do músico Osawa Shinichi e Labyrinth é uma das faixas do seu último álbum, Nandodemo atarashiku umareru (algo como "nascendo sempre novo"). Apesar de Osawa ter produzido todas as músicas do CD, cada uma é interpretada por um artista diferente; no caso, quem canta e dança neste clipe é a cantora e atriz Mitsushima Hikari.
4. Pastel de Pinhão, da Pastelaria Curitiba
Fiquei sabendo desse pastel pelo programa Plug, num episódio dedicado às delícias que poderíamos encontrar em Curitiba feitas com pinhão. O pastel é grande (deve ter uns 20 cm), a massa é sequinha e vem bem recheada com a combinação mais gostosa dos últimos tempos: carne seca e pinhão! 💘
Acho que tem Pastelaria Curitiba em outros lugares, mas não sei se todos oferecem esse sabor; só posso confirmar que tem na loja da Rua 24 Horas. Salvo engano, saiu por cerca de 15 reais. Se você é daqui, pre-ci-sa fazer um favor a si mesmo e experimentar esse pastel o mais rápido possível! 🤤
Estamos na última semana de junho, faz uns belos dias que não posto nada, mas ainda me atrevo a dizer que estamos em dia com os Favoritos, haha! 😂
Estive bem reclusa em casa nas últimas semanas, então até estou meio incerta sobre o que vou escrever para os Favoritos de junho; felizmente, ainda tenho algumas semanas de crédito para me preocupar com isso... 🤔 Até lá, espero poder publicar um ou outro post que está fermentando aqui na fábrica, hehe. Mas chega de bastidores e vamos aos holofotes: estes são meus Favoritos de maio!

Faz um tempão que eu baixei esse álbum tão somente por uma faixa e, quando fui dar uma chance para as demais, não é que a maioria delas era o máximo também? 💙 Essa é uma coletânea de colaborações da AI com outros artistas, japoneses e americanos, cujos estilos são bem diferentes, flertando tanto com o pop quanto com o hip hop.
A AI em si já é uma joia rara pela sua versatilidade, tanto nos estilos de música, quanto no seu look; acho incrível o seu tom de voz e a sua autoestima - ela não está nem aí para o que vão falar das suas roupas ou do seu cabelo (aka uso peruca sim, e daí?) e essa é sua assinatura mesmo.
Justamente as minhas faixas preferidas ever deste álbum não têm videoclipes, mas, como queria muito colocar uma delas no post, fiz essa montagem rapidinha aí embaixo para a "O2", colaboração da AI com a divosa da Fukuhara Miho, música que domina minha playlist até o presente momento:
Já tem alguns aninhos que adotei o cabelo curto para a vida - só dei um break quando quis doar os cabelões - e estava sob os ótimos cuidados de uma profissional há anos, mas cada vez mais me vinha a vontade de buscar por algo novo. Eu queria um "frescor" no visu que talvez o estilo mais maduro e tradicional daquele salão já não poderia mais me oferecer.
Fiquei sabendo do Flamingos pelo post que a Guid fez no seu blog, o Não Repete, apresentando onde consegue manter o seu corte de cabelo charmoso e diferentão. O "histórico" de trabalhos com cortes curtos e colorações, além da proposta sustentável do salão, me agradou muito e fiquei bem empolgada para me dar uma nova chance.
Mas sabe como é: mesmo fazendo praticamente o dossiê extraoficial da loja, olhando redes sociais de cima a baixo, de cabo a rabo, ainda bate aquele medinho de ficar em novas mãos, depois de tantos anos com a mesma cabeleireira, né? Por isso que fiquei dias me enrolando... Até o belo dia em que bati na minha própria cara e falei "vai" - pronto, fui atrás agendar. E vamos relevar o fato de que fui uma semana antes do combinado por erro e ansiedade exclusivamente minhas - oops, já falei, haha! 😂

Vou ser sincerona: como a Guid citou que geralmente corta com o Vini, ele era minha primeira opção. Contudo, como a agenda dele estava lotada, eu fui atrás da Beta - e que bom que fui, pois ela é demais! Com carinho e dedicação ao meu caso, ela fez adaptações mágicas para que o estilo de corte que queria desse certo no meu desajeitado cabeção! 😍
Tenho ainda de destacar que, durante a lavagem do cabelo, a gente ganha uma massagem mara - que pode ser relaxante, estimulante de pontos do shiatsu ou meio-a-meio. Além disso, nariz empinado e mau humor não passam perto do Flamingos: todo mundo olha no olho e sempre é super simpático comigo, desde o primeiro contato no Whats! E sim, adoro fazer #jabagratuito, haha 💙
Quando o frio se instala e surge a oportunidade de tirar as roupas mais pesadas lá do fundo do armário, geralmente é a hora em que revejo todo o meu guarda-roupa e separo para doação aquelas peças de que sequer senti falta e já não têm mais a minha cara.
Sei que o desapego com as roupas pode ser complicado para muitas pessoas, mas eu considero essa separação uma tarefa até que fácil, por ter bem claro na minha cabeça quando aquela peça já deu o que tinha de dar - algumas, inclusive, devem estar uns pés de valsa, de tanto serem dispensadas e empurradas pra lá e pra cá entre os cabides na arara, haha!
Essa tarefa, porém, foi um pouco diferente para mim neste ano, porque comecei a analisar se não conseguiria mesmo montar uma combinação no meu "estilo" com esta ou aquela peça, candidata à caixa de doações. Parece uma condição um tanto óbvia, mas possibilidades como sobreposição ou cores complementares não costumavam fazer parte da minha vida.
Absorver essas ideias foi um processo de formiguinha e posso dizer que o que me ajudou a adotar essa nova visão foi acompanhar várias postagens dos blogs Não Repete e Hoje Vou Assim OFF. Ser mais seletiva e consciente tanto para comprar, quanto para desapegar das roupas, por sua vez, veio de uma sementinha plantada por aquele já famoso livro da Marie Kondo, "A Mágica da Arrumação".
De qualquer modo, esta é sempre uma época boa para limpar o armário, dar uma analisada no que tem, lavar aquelas peças guardadas há um tempão e deixar tudo dobradinho no seu devido lugar. À hora em que termino a arrumação, me dá uma satisfação enorme, aquela gostosa sensação de dever cumprido! Mas bem sei de uma das verdades absolutas da vida: isso não vai durar muito tempo... 😛
Há certas horas em que penso que o Universo conspira, com mensagens subliminares e empurrõezinhos - ou, se preciso, puxões de cabelo e até pontapés -, para a gente finalmente tomar um pouco de tenência nessa vida. Acho que foi o caso quando esse filme apareceu na programação enquanto zapeava pelos canais da TV.
Tudo bem, não é a premissa mais original dos últimos tempos nem é um dos melhores filmes que já vi na vida, mas sabe quando algo aparece para você na hora certa para dar aquela chacoalhada - o Universo dando coice, talvez?
Então, estou numa fase em que aquele processo de seleção severo do filme, sem segunda chance, sem desculpinha, parece deveras palpável (e foi um dos pontos altos da história, vai). Terminado o filme, ele (Universo) deu aquele chutão na minha bunda; pulei do sofá e fui estudar, haha! 😅
Estive bem reclusa em casa nas últimas semanas, então até estou meio incerta sobre o que vou escrever para os Favoritos de junho; felizmente, ainda tenho algumas semanas de crédito para me preocupar com isso... 🤔 Até lá, espero poder publicar um ou outro post que está fermentando aqui na fábrica, hehe. Mas chega de bastidores e vamos aos holofotes: estes são meus Favoritos de maio!

1. THE FEAT. BEST, de AI
Faz um tempão que eu baixei esse álbum tão somente por uma faixa e, quando fui dar uma chance para as demais, não é que a maioria delas era o máximo também? 💙 Essa é uma coletânea de colaborações da AI com outros artistas, japoneses e americanos, cujos estilos são bem diferentes, flertando tanto com o pop quanto com o hip hop.
A AI em si já é uma joia rara pela sua versatilidade, tanto nos estilos de música, quanto no seu look; acho incrível o seu tom de voz e a sua autoestima - ela não está nem aí para o que vão falar das suas roupas ou do seu cabelo (aka uso peruca sim, e daí?) e essa é sua assinatura mesmo.
Justamente as minhas faixas preferidas ever deste álbum não têm videoclipes, mas, como queria muito colocar uma delas no post, fiz essa montagem rapidinha aí embaixo para a "O2", colaboração da AI com a divosa da Fukuhara Miho, música que domina minha playlist até o presente momento:
2. Flamingos Garden Hair
Já tem alguns aninhos que adotei o cabelo curto para a vida - só dei um break quando quis doar os cabelões - e estava sob os ótimos cuidados de uma profissional há anos, mas cada vez mais me vinha a vontade de buscar por algo novo. Eu queria um "frescor" no visu que talvez o estilo mais maduro e tradicional daquele salão já não poderia mais me oferecer.
Fiquei sabendo do Flamingos pelo post que a Guid fez no seu blog, o Não Repete, apresentando onde consegue manter o seu corte de cabelo charmoso e diferentão. O "histórico" de trabalhos com cortes curtos e colorações, além da proposta sustentável do salão, me agradou muito e fiquei bem empolgada para me dar uma nova chance.
Mas sabe como é: mesmo fazendo praticamente o dossiê extraoficial da loja, olhando redes sociais de cima a baixo, de cabo a rabo, ainda bate aquele medinho de ficar em novas mãos, depois de tantos anos com a mesma cabeleireira, né? Por isso que fiquei dias me enrolando... Até o belo dia em que bati na minha própria cara e falei "vai" - pronto, fui atrás agendar. E vamos relevar o fato de que fui uma semana antes do combinado por erro e ansiedade exclusivamente minhas - oops, já falei, haha! 😂

Vou ser sincerona: como a Guid citou que geralmente corta com o Vini, ele era minha primeira opção. Contudo, como a agenda dele estava lotada, eu fui atrás da Beta - e que bom que fui, pois ela é demais! Com carinho e dedicação ao meu caso, ela fez adaptações mágicas para que o estilo de corte que queria desse certo no meu desajeitado cabeção! 😍
Tenho ainda de destacar que, durante a lavagem do cabelo, a gente ganha uma massagem mara - que pode ser relaxante, estimulante de pontos do shiatsu ou meio-a-meio. Além disso, nariz empinado e mau humor não passam perto do Flamingos: todo mundo olha no olho e sempre é super simpático comigo, desde o primeiro contato no Whats! E sim, adoro fazer #jabagratuito, haha 💙
Flamingos Garden Hair
Rua São Francisco, nº 121 - Centro
Tel: (41) 3779-2633 Whats: (41) 99883-2633
3. Separar doações
Quando o frio se instala e surge a oportunidade de tirar as roupas mais pesadas lá do fundo do armário, geralmente é a hora em que revejo todo o meu guarda-roupa e separo para doação aquelas peças de que sequer senti falta e já não têm mais a minha cara.
Sei que o desapego com as roupas pode ser complicado para muitas pessoas, mas eu considero essa separação uma tarefa até que fácil, por ter bem claro na minha cabeça quando aquela peça já deu o que tinha de dar - algumas, inclusive, devem estar uns pés de valsa, de tanto serem dispensadas e empurradas pra lá e pra cá entre os cabides na arara, haha!
Essa tarefa, porém, foi um pouco diferente para mim neste ano, porque comecei a analisar se não conseguiria mesmo montar uma combinação no meu "estilo" com esta ou aquela peça, candidata à caixa de doações. Parece uma condição um tanto óbvia, mas possibilidades como sobreposição ou cores complementares não costumavam fazer parte da minha vida.
Absorver essas ideias foi um processo de formiguinha e posso dizer que o que me ajudou a adotar essa nova visão foi acompanhar várias postagens dos blogs Não Repete e Hoje Vou Assim OFF. Ser mais seletiva e consciente tanto para comprar, quanto para desapegar das roupas, por sua vez, veio de uma sementinha plantada por aquele já famoso livro da Marie Kondo, "A Mágica da Arrumação".
De qualquer modo, esta é sempre uma época boa para limpar o armário, dar uma analisada no que tem, lavar aquelas peças guardadas há um tempão e deixar tudo dobradinho no seu devido lugar. À hora em que termino a arrumação, me dá uma satisfação enorme, aquela gostosa sensação de dever cumprido! Mas bem sei de uma das verdades absolutas da vida: isso não vai durar muito tempo... 😛
4. Filme "A Batalha do Ano"
Há certas horas em que penso que o Universo conspira, com mensagens subliminares e empurrõezinhos - ou, se preciso, puxões de cabelo e até pontapés -, para a gente finalmente tomar um pouco de tenência nessa vida. Acho que foi o caso quando esse filme apareceu na programação enquanto zapeava pelos canais da TV.
A Batalha do Ano, ou Battle Of The Year, é um campeonato que reúne os melhores dançarinos de breakdancing do mundo. Embora participe de todas as edições, a equipe dos Estados Unidos está na seca há quinze anos. Na crença de que, quando se coloca um treinador no caminho certo, ele pode levar qualquer time à vitória, recruta-se o ex-treinador de basquete Jason Blake (Josh Holloway) para levar o time do país ao topo.
Blake já tinha seus próprios problemas pessoais e, por isso, não tem escrúpulos ao desmantelar a equipe já existente e recrutar novos dançarinos do país todo para formar o Time dos Sonhos. Durante a seleção, os diversos concorrentes foram submetidos a regras e condições severas, porém o maior desafio mesmo era tornar aquela aglomeração de orgulhos e egos numa equipe unida de verdade.
Tudo bem, não é a premissa mais original dos últimos tempos nem é um dos melhores filmes que já vi na vida, mas sabe quando algo aparece para você na hora certa para dar aquela chacoalhada - o Universo dando coice, talvez?
Então, estou numa fase em que aquele processo de seleção severo do filme, sem segunda chance, sem desculpinha, parece deveras palpável (e foi um dos pontos altos da história, vai). Terminado o filme, ele (Universo) deu aquele chutão na minha bunda; pulei do sofá e fui estudar, haha! 😅
E os meus atrasos com os Favoritos só se transformam em bolas de neve maiores - e eu lá no recheio, rolando colina abaixo -, haha! Vai dar certo, pessoal, vai dar certo... 😅
Abril é o mês do meu aniversário, então, se tem de falar de coisa boa, fatalmente tem a ver com esse mero detalhe, haha! Posso dizer que ainda estou no meio da crise dos 20 - tem de trabalhar, dar rumo na vida, "e os namoradinhos?", "quando vai viajar?", batalha contra o peso, contra o desânimo etc. -, mas vamos em frente, carregando por cima da bagagem os bons momentos e as melhores amizades. 💙
Aqui em casa, não costumamos comprar presentes-surpresa de aniversário para evitar aqueles sorrisos não-é-bem-o-que-eu-queria-mas-obrigado, sabe? Por um lado, essa opção é boa porque investimos exatamente no que cada um quer, mas, por outro, fico até com receio de esquecer como é ficar admirado com algo inesperado...
Neste ano, uma vez mais ganhei dos meus pais certinho o que queria: três livros que já estavam fazendo hora extra na minha wishlist - "1984", "Senhor das Moscas" e "Welcome to Night Vale" -, um pijaminha de meia estação azul marinho e aqueles óculos novos e mais amadinhos de que falei no Favoritos passado.

Ao que tudo indica, no entanto, é que ainda não esqueci essa sensação de ser pego de surpresa: na tarde do dia seguinte ao meu aniversário, eis que o interfone toca. Flores para você. Flores? Como assim? Descendo as escadas, eu devia estar com aquela cara de meme da Nazaré, pensando se era engano ou sacanagem - hipóteses boas nunca são as primeiras a pairar sobre a minha cabeça, gente, haha!
Nas mãos do entregador, estavam lindas rosas vermelhas e já fiquei assustada, como um bom entendedor da linguagem das flores deveria estar. Não me lembro de ter admiradores desse nível, não... Quem me mandou essas bonitinhas, afinal? Deu que foi uma amiga de São Paulo que considero um tantão, ao ponto de chamá-la de Marida. 💙 E assim ganhei flores pela primeira vez na vida... Olha a responsa, Marida, haha! Brigadão 😍
E eu não esqueci das outras surpresinhas dazamiga: elas sabem da minha política de não citar nomes aqui no blog, mas agradeço muito, muito mesmo pelos quadrinhos "Pílulas Azuis" e pelos hidratantes de gente rhyka, haha! Cada presente foi dado em dias diferentes, então eles fizeram desses dias os melhores ever. 💙
Continuando a narrativa sobre o meu aniversário, acabei usando essa oportunidade para finalmente conhecer o Izakaya Tanuki! Aberto há alguns meses, já tem conquistado o público que gosta da culinária japonesa, mas quer algo mais quentinho no estômago do que sushi...

O ambiente é aconchegante e agradável, com adereços que remetem ao ar intimista dos izakaya, como os cartazes japoneses de bebidas, as bandeirolas e a grande lanterna na frente da loja. Além disso, não dá para passar batida a playlist de músicas japonesas dos anos 1980 que embalará sua escolha e espera pela comida. 🎶
Eu sou uma das pessoas que não quer mais saber de sushi nessa vida, então foi uma alegria comer os pratos oferecidos pelo Izakaya: um takoyaki legítimo, camarões grandes, dango bem feitinho... 😋 Tudo é feito com um capricho que me lembra comida caseira japonesa. Até comentei com meus pais que queria levar minha avó lá se pá de ela vir para Curitiba... Só faltou provar os donburi, mas como são servidos apenas de dia, já criei motivo para fazer uma nova visita no almoço, hehe! 💙
A tão aguardada continuação já chegou chegando, com uma abertura digna de arrepiar todos os pelinhos do braço, haha! Desde que a animação nos deixou órfãos - há quatro fucking anos! -, passei a ler o mangá, então já sabia o que estava por vir. Mas claro que nada se compara à emoção de ver aquelas páginas ganhando vida, com vozes, trilha sonora e quadros dinâmicos de tirar o fôlego! 😱
Bem, não consigo comentar sobre esta temporada sem trazer spoilers, então apenas vou destacar que já adiantaram a indicação do Oscar de 2018, com Reiner Braun para a categoria Melhor Ator Coadjuvante. Parabéns, Reiner, haha! 👏
Lamentável foi saber de antemão que foram preparados apenas 12 episódios para esta nova temporada e, ao tempo deste post, já estamos no 10º episódio. Ainda tenho esperança de que nos façam esperar por um intervalo menor de tempo - como já ocorreu com algumas temporadas de Haikyuu!! -, mas entendo que pode ser complicado manter uma animação de tamanha qualidade e trazer ainda no mesmo ano...
Foi neste mês que tive a oportunidade de encontrar a Adrielly do blog Pequenina Vanilla para um cafezim! Eu estava muito ansiosa por esse encontro, então não sabia o que falar na hora, por isso foi ótimo a Adri puxar as rédeas da conversa, hehe! Foi muito bom ouvi-la falar um pouquinho mais sobre si, além de suas experiências e expectativas pessoais. Se quer saber, ela é super gente fina e fala do mesmo jeitinho que a gente lê no blog, haha! 💙

Também pude marcar um café com uma amiga que não encontrava pessoalmente há alguns anos. Foi muito bacana ouvir seus relatos e perceber como as experiências que viveu neste período em que não nos víamos contribuíram para o seu amadurecimento. Antes, eu a via como uma menina meiga; hoje, vejo como uma jovem mulher começando a alçar voos audaciosos... 😊
Abril é o mês do meu aniversário, então, se tem de falar de coisa boa, fatalmente tem a ver com esse mero detalhe, haha! Posso dizer que ainda estou no meio da crise dos 20 - tem de trabalhar, dar rumo na vida, "e os namoradinhos?", "quando vai viajar?", batalha contra o peso, contra o desânimo etc. -, mas vamos em frente, carregando por cima da bagagem os bons momentos e as melhores amizades. 💙

1. Presentes de aniversário
Aqui em casa, não costumamos comprar presentes-surpresa de aniversário para evitar aqueles sorrisos não-é-bem-o-que-eu-queria-mas-obrigado, sabe? Por um lado, essa opção é boa porque investimos exatamente no que cada um quer, mas, por outro, fico até com receio de esquecer como é ficar admirado com algo inesperado...
Neste ano, uma vez mais ganhei dos meus pais certinho o que queria: três livros que já estavam fazendo hora extra na minha wishlist - "1984", "Senhor das Moscas" e "Welcome to Night Vale" -, um pijaminha de meia estação azul marinho e aqueles óculos novos e mais amadinhos de que falei no Favoritos passado.

Nas mãos do entregador, estavam lindas rosas vermelhas e já fiquei assustada, como um bom entendedor da linguagem das flores deveria estar. Não me lembro de ter admiradores desse nível, não... Quem me mandou essas bonitinhas, afinal? Deu que foi uma amiga de São Paulo que considero um tantão, ao ponto de chamá-la de Marida. 💙 E assim ganhei flores pela primeira vez na vida... Olha a responsa, Marida, haha! Brigadão 😍
E eu não esqueci das outras surpresinhas dazamiga: elas sabem da minha política de não citar nomes aqui no blog, mas agradeço muito, muito mesmo pelos quadrinhos "Pílulas Azuis" e pelos hidratantes de gente rhyka, haha! Cada presente foi dado em dias diferentes, então eles fizeram desses dias os melhores ever. 💙
2. Izakaya Tanuki
Continuando a narrativa sobre o meu aniversário, acabei usando essa oportunidade para finalmente conhecer o Izakaya Tanuki! Aberto há alguns meses, já tem conquistado o público que gosta da culinária japonesa, mas quer algo mais quentinho no estômago do que sushi...

O ambiente é aconchegante e agradável, com adereços que remetem ao ar intimista dos izakaya, como os cartazes japoneses de bebidas, as bandeirolas e a grande lanterna na frente da loja. Além disso, não dá para passar batida a playlist de músicas japonesas dos anos 1980 que embalará sua escolha e espera pela comida. 🎶
Eu sou uma das pessoas que não quer mais saber de sushi nessa vida, então foi uma alegria comer os pratos oferecidos pelo Izakaya: um takoyaki legítimo, camarões grandes, dango bem feitinho... 😋 Tudo é feito com um capricho que me lembra comida caseira japonesa. Até comentei com meus pais que queria levar minha avó lá se pá de ela vir para Curitiba... Só faltou provar os donburi, mas como são servidos apenas de dia, já criei motivo para fazer uma nova visita no almoço, hehe! 💙
Izakaya Tanuki
Avenida dos Estados, nº 853 - Água Verde
Tel: (41) 3503-5526
3. Shingeki no Kyojin Season 2
A tão aguardada continuação já chegou chegando, com uma abertura digna de arrepiar todos os pelinhos do braço, haha! Desde que a animação nos deixou órfãos - há quatro fucking anos! -, passei a ler o mangá, então já sabia o que estava por vir. Mas claro que nada se compara à emoção de ver aquelas páginas ganhando vida, com vozes, trilha sonora e quadros dinâmicos de tirar o fôlego! 😱
Bem, não consigo comentar sobre esta temporada sem trazer spoilers, então apenas vou destacar que já adiantaram a indicação do Oscar de 2018, com Reiner Braun para a categoria Melhor Ator Coadjuvante. Parabéns, Reiner, haha! 👏
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| Entendedores entenderão, haha! |
Lamentável foi saber de antemão que foram preparados apenas 12 episódios para esta nova temporada e, ao tempo deste post, já estamos no 10º episódio. Ainda tenho esperança de que nos façam esperar por um intervalo menor de tempo - como já ocorreu com algumas temporadas de Haikyuu!! -, mas entendo que pode ser complicado manter uma animação de tamanha qualidade e trazer ainda no mesmo ano...
4. Encontrinhos
Foi neste mês que tive a oportunidade de encontrar a Adrielly do blog Pequenina Vanilla para um cafezim! Eu estava muito ansiosa por esse encontro, então não sabia o que falar na hora, por isso foi ótimo a Adri puxar as rédeas da conversa, hehe! Foi muito bom ouvi-la falar um pouquinho mais sobre si, além de suas experiências e expectativas pessoais. Se quer saber, ela é super gente fina e fala do mesmo jeitinho que a gente lê no blog, haha! 💙

Também pude marcar um café com uma amiga que não encontrava pessoalmente há alguns anos. Foi muito bacana ouvir seus relatos e perceber como as experiências que viveu neste período em que não nos víamos contribuíram para o seu amadurecimento. Antes, eu a via como uma menina meiga; hoje, vejo como uma jovem mulher começando a alçar voos audaciosos... 😊
É, pessoal, não tem nada de novo sob o sol mesmo: como podem ver, estou toda atrasada com os Favoritos, haha!
Mas vamos voltar aos trilhos, começando por março: mais um mês que foi agitadinho, dominado por reformas e pinturas que me fizeram perceber melhor coisas como acabamentos nas paredes e tetos. Se você me ver encarando por uns bons segundos esses cantinhos, eu não tô louca, é só por conta disso, tá? Haha!

1. Logan (2017)
Confesso que não estava com todo esse hype quando esse filme saiu, mas o que me chamou a atenção foi o fato de tanta gente elogiar um filme de super-herói, sem o fazer, porém, pelos seus efeitos especiais. No final, Logan me surpreendeu muito e ouso dizer que foi um dos melhores filmes do gênero que saíram até o momento!
Num futuro pouco distante, a população mutante foi reduzida drasticamente e aquele grupo uma vez conhecido como X-Men já não existe mais. É difícil associar o Logan desses tempos ao Wolverine durão que chegou a ser: com seus poderes enfraquecidos, ele tenta viver como motorista particular enquanto se entrega ao alcoolismo.
Certo dia, uma estranha o identifica e lhe pede para levar uma garotinha até a fronteira com o Canadá; relutante de início, Logan resolve atender ao pedido quando Professor Xavier - outro dos poucos mutantes sobreviventes, porém está bastante debilitado e sob seus cuidados - revela que estava se comunicando com ela e a aguardando há muito tempo.
Ocorre que Laura também é uma mutante, com incríveis habilidades de luta que muito se parecem com as dos dias de glória de Wolverine. Contudo, parece ser esse o motivo para ela ter se tornado o alvo de uma poderosa organização, o que dá início a uma perseguição implacável.
Foi uma despedida muito digna entre Hugh Jackman e Wolverine, mas acho que a Fox será obrigada a dar uma folga super espaçada para o personagem aparecer em qualquer coisa relacionada aos X-Men de novo. O "divórcio" de imagens ainda é doloroso, mesmo para quem não é fã da franquia afinal.
Escolhi este filme como um programa em família e insisti bastante para vermos, só que não estava preparada para uma sanguinolência tão explícita e isso me constrangeu um pouquinho pelos meus pais lá na sala de cinema. Mas é, depois do choque do início, deu para todo mundo curtir, vibrar muito com a Laura - tinha uns "uuuh", "yessss" anônimos pelo cinema, haha - e até chorar no final. Ah, e se você não chorou no final, sinto dizer que você não tem coração, viu... 😭
2. Óculos novos
Um dos meus sonhos de consumo é meio estranho: anseio pelo dia em que farei uni duni tê para escolher com que óculos vou sair, dentre uma variedade enorme numa linda gaveta. Quem diria, considerando que eu era alguém que havia detestado a ideia de usar um ímã atraidor de bolas na cara durante a escola... Mas bem, enquanto isso não acontece - será que um dia vai? -, conquistaremos um modelo por vez, haha! 👊

Estou mega feliz com esta nova aquisição: um óculos de armação fininha e leve, com lentes grandes, yey! Acho que o fator decisivo para ter escolhido este modelo é que essas lentes circulares deixam a minha expressão muito mais amistosa do que o normal. Já ouvi tanto sobre terem hesitado falar comigo por eu ter "cara de brava", snif... Felizmente, assim não preciso mais falar que não mordo, porque agora - com o perdão do trocadilho - está "na cara", hehe. 🤓
3. Seven Nation Army, de Ben l'Oncle Soul
Eu não era nem sou fã de The White Stripes, mas se você viveu o ano de 2003 fora de uma caverna, deve ter ouvido esta música e seu ritmo inconfundível algumas boas e tantas vezes, né não?
Zappeando pelos canais internacionais, me deparei com essa joia preciosa que é Ben l'Oncle Soul se apresentando ao vivo num programa francês e, claro, ele estava cantando a sua versão dessa famigerada canção. Eu não sei vocês, mas como meu negócio está mais inclinado para o Soul, já abstraí da memória o original e adotei esta versão da música pra vida, haha!
Ah, essa versão tem clipe oficial e tudo caprichadinho, mas vai dizer que essa dancinha ao vivo não é muito mais contagiante? Sem falar que o solo de piano aí é sedutor demais, pelamor... 😍
4. Akai Ito no Shikkou Yuuyo, de Yoshio Akira
Este é mais um daqueles títulos fofos de yaoi que eu adoro ler e mostrar aqui nos Favoritos, mas devo dizer que fui fisgada logo no primeiro capítulo, com essa fofura que é o Hiro, o seme nesta nossa história! Ele é a mais perfeita espécime que já encontrei de personagem tipo "cão" - alegre, fiel, de amor incondicional e para quem não se pode negar nada de tão fofo - e eu AMO personagem assim, haha! 🐶
Arako Keiji é um universitário do terceiro ano que, desde criança, possui uma inusitada habilidade especial: conseguir enxergar o lendário akai ito, o laço vermelho que une almas destinadas umas às outras, amarrado aos seus dedos mínimos. Depois que a revelação de seu "poder" causou o divórcio entre seus pais, Keiji apenas se limita a observar as relações alheias fadadas ao sucesso ou ao fracasso.
Os laços têm seu momento certo para se juntar ao de outra pessoa e, por mais que tenha nutrido um amor platônico por uma de suas colegas da faculdade há dois anos, o laço de Keiji nunca havia se ligado ao de outrem. Certo dia, finalmente essa conexão ocorre, porém o choque não poderia ser maior ao ver que estava destinado a um rapaz que nunca tinha visto na vida.
Seu predestinado é Obata Hiroki, um calouro gentil e de boa aparência que logo conquista os membros do clube de Keiji, forçando um convívio nem um pouco desejado pelo veterano. Keiji tenta a todo custo evitar se envolver com o rapaz, mas as poucas demonstrações de sua natureza gentil logo conquistam Hiro, o qual está disposto a se aproximar do veterano e provar seu amor...
Por enquanto, apenas os dois primeiros capítulos foram traduzidos para o inglês, mas eu não fui boba e logo fui atrás da versão RAW deste mangá de volume único. Infelizmente, não posso passar por aqui o link do RAW, mas está disponível para todos os membros do fórum YaoiOtaku, tá bom? 😉
Yey! Agora estamos em ordem com os Favoritos, pessoarrr! 👊
1. Viagem a São Paulo
Na minha atual situação, eu não tenho exatamente férias há algum tempo, mas tive algo parecido com isso em fevereiro, quando viajei com a minha família para São Paulo! 🚗 Na real, o motivo principal para ter ido para lá foi uma prova, mas aconteceu tanta coisa legal nessa viagem que, nos meus registros mentais, a prova ficou mais como um mero detalhe (não devia, maaas), hehe 😅
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| Vista do meu quarto de hotel, às 7h da matina: Shopping Morumbi e Shopping Market Place |
Devo ter ficado por uns cinco dias lá e, nesse meio tempo, deu para fazer mais do que ir ao bairro da Liberdade (nas outras vezes em que fui, era parada obrigatória): passeei várias vezes pelo Shopping Morumbi, por ser onde geralmente jantávamos; conheci o Aquário de São Paulo - mas bateu uma culpa depois, ao ver que tinha ursos polares e outros animais diferentes de peixes por lá 😢 -; vi cenários da cidade que desconhecia nos trajetos de carro...
E o melhor ficou por último: marcar um encontro com algumas das amigas que moram por lá! Mas foi bem na louca mesmo, porque não sabia se daria ou não para encontrá-las até depois da prova - nem tinha contado a elas que tinha ido para São Paulo! Foi corrido, mas o importante é que deu tudo certo e pude dar uns abraços nelas 💙 De quebra, deu para degustar comida japonesa de verdade com elas, no restaurante Ajissai.
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| Croquete, misosshiru, gyoza, tonkatsu... Tudo no capricho e na melhor companhia! ♥ |
Bônus da viagem: no retorno para Curitiba, meus pais e eu começamos a completar cruzadinha da Coquetel, tentando adivinhar as palavras das propostas. Saiu cada besteira... 😛 Foi inédito e muito divertido!
2. Trilha sonora para estudar
Nada como estar num ambiente tranquilo e aconchegante para se inspirar e estudar/trabalhar, não é mesmo? Eu tenho esse romantismo por cafés, mas nem sempre posso ir a um deles para, então, desenvolver meus projetos; bom, se o problema era o clima da coisa, fui atrás de soluções musicais.
Não demorou nada e já encontrei o canal perfeito para o meu problema: o Cafe Music BGM channel tem um repertório rico, temático e extenso de músicas instrumentais e elegantes que te transportam para um café charmoso, numa esquina fofa ou em meio a Paris - por que não, né? Só fica faltando o capricho no cafézim mesmo ☕
Um dos meus favoritos é essa seleção dos temas da Disney: tem Frozen, Aladdin, Bela e a Fera, Cinderela... Ah, que viagem boa pelas lembranças desses filmes! 💙
3. Tênis Kolosh
Gente, eu não posso com salto e, para mim, sapatilha tem seus limites de conforto, então meus "looks do dia" quase obrigatoriamente têm um tênis envolvido nos pés. Eis que os meus fieis companheiros, usados e abusados por quatro anos, já estavam ficando velhinhos, tanto que nem uma lavadinha estava ajudando mais. Aí não teve jeito: fui comprar um novo tênis casual para esta vida. 👟
Kolosh é uma marca que eu gosto bastante e tem me surpreendido no quesito estilo nos últimos tempos. Não deu outra: fui atrás de tênis da marca e saí da loja não apenas com um, mas dois pares! #caradarhyqueza #sqn ✨
Só que assim, eu achei que estava arrasando com esses bonitinhos por serem, embora básicos, um tanto estilosos e tal... Viajei para o Rio Grande do Sul com eles, achando que seria bapho por lá também, maaas esqueci de uma coisa: a marca pode não ser tão conhecida em outros estados, mas o seu lar é os Pampas, tchê! Conclusão: toda gaúcha que eu via tinha um Kolosh para chamar de seu e eu fiquei com aquela cara de tacho. Fim, huahuahua! 😂
4. Mr. Pip (2012)
Teve algum momento em fevereiro que eu fiquei mais de boas e resolvi ir atrás de um filme para assistir com a minha mãe em casa. Foi quando vi um trailer em que o ator Hugh Laurie, nosso eterno Dr. House, estava no meio de uma paisagem tropical e era a única pessoa branca daquele elenco. Isso acabou me chamando a atenção e fui assistir no duro, sem pesquisar sobre o que se tratava. No final, "Mr. Pip" se mostrou uma grata e chocante surpresa...
Watts (Hugh Laurie) é a única pessoa branca em Bougainville, a maior das Ilhas Salomão. Embora não seja um professor de formação, ele começa a lecionar para as crianças da ilha a partir de "Grandes Esperanças", livro de Charles Dickens. Uma das jovens, Matilda (Xzannjah Matsi), encanta-se tanto pela história que sonha acordada com a sua própria versão do Senhor Pip, o jovem da história que ascende socialmente, mas tem vergonha de suas origens.
Quando a iniciativa do professor começa a tocar todos, a realidade brutal chega à ilha com barcos, armas e soldados à procura de rebeldes: estamos em meio à guerra contra Papua Nova Guiné, que tem interesse na grande mina explorada pela Austrália em Bougainville. Nesse episódio, ocorre um grande mal entendido que acaba desencadeando em muita e explícita dor a todo o povoado...
Quando se fala em dor, eu falo sério: é de uma brutalidade para a qual você não é preparado durante o filme. Talvez não dê para tirar nenhuma lição dessa história afinal, mas é difícil ficar indiferente ao que se acabou de assistir; por esse choque de realidade, "Mister Pip" está aqui nos Favoritos, recomendadíssimo! 👍
Este Favoritos demorou, mas foi elaborado entre Curitiba e Porto Alegre - onde estou à data em que este post saiu, hehe! Assim como aconteceu com os BLCD Checklists, provavelmente teremos mais um Favoritos (no caso, de fevereiro) muito em breve, para ficarmos ok com os esquemas por aqui, certinho? 😉

Esta é uma inspiração vinda do Pinterest para nos fazer refletir e focar no lado mais amor da vida! A ideia é simples: anote os fatos que tornaram seu dia mais feliz e deposite os papeis num recipiente reservado para isso.
E não precisa ser um evento grandioso, não! Bom, é super bacana colocar o papelzinho de uma conquista pessoal ou de um encontro entre amigos, mas também é legal encontrar uma flor bonita ou assistir ao seu filme favorito pela 42ª vez - quem nunca, né? No final do ano, dedique um tempinho para revisitar essas memórias, renovando energias e esperanças para o Novo Ano.

Não tem desculpa para não começar, porque essa experiência não exige nada carésimo: papel, caneta, um potinho de conserva, uma caixa de sapato ou um vasinho fofinho e está tudo pronto! Ah, mas seria bom se fosse transparente, assim dá para acompanhar os papeizinhos aumentando... 😊
O meu happiness jar é um pote de conserva bem simplório, mas resolvi dar uma "pinada" no bichinho: pega a tampa (procure um pote com uma tampa bonitinha, não parecendo aquelas tampas de requeijão como umas e outras por aí, beleza?), cole bem um animal de brinquedo - já falei que gosto de dinossauros? - e capricha na tinta spray!
Ah, uma dica antes de reutilizar seu pote de conserva: além de lavar bem, coloque um pouco de álcool e gire o vidro até ter certeza de que o líquido alcançou todo o interior; depois, é só deixar secando ao natural 😉
Já diriam os profetas: O HYPE É REAL!!11!1! Sim, fui mais uma das pessoas que se rendeu aos encantos deste anime, assistindo a todos os 12 episódios numa madrugada só! Antes de continuar as observações, vamos a uma rápida sinopse:
Eu já estava no hype desde que anunciaram que produziriam um anime sobre patinação artística, porque já faz um tempo que acompanho esse esporte. Contudo, demorei um pouco para assistir porque achei que iria sofrer muito esperando cada episódio sair. Bem, não adiantou muito, né? Acabei sofrendo igual, no aguardo de uma possível próxima temporada... 😢
Acho que a sacada mais legal dessa história foi trazer aos poucos à luz a relação de amor entre os protagonistas, algo que nos pegou de surpresa - e uma surpresa muito boa! Ainda, é importante destacar a sensibilidade com que foram retratadas as emoções dos personagens, o que é palpável para todos aqueles que vivem um cenário competitivo. Ah, inclusive vários atletas da vida real já viraram fãs e manifestaram seu amor pela série no Twitter! Orgulho por esse anime e por Viktuuri define 💙
Com esse calor que está rolando, não tem fruta que não amadureça rápido, né? Banana é um dos itens obrigatórios aqui em casa, mas ultimamente não tem muita graça pegar um cacho cheio, porque, se compro um todo verde, no outro dia já está super maduro.
Quando não tem jeito, é hora de buscar novas receitas para aproveitar todas as bananas de uma vez só; a mais recente é a de cookies, extraída do blog Life Love and Sugar, e este já levou o selo Karupin de sucesso-na-hora-do-lanche, hehe! 😋

A dica do sucesso é usar esse tantão de flocos grossos de aveia mesmo - não dá para chegar a esse resultado bacana com o farelo de aveia, já tentei -, pois é o que vai garantir a consistência ideal do cookie. Devo dizer também que, por usar esses flocos, esta receita é uma ótima pedida para o intestino ficar bem calibrado! #fikdik
Putz, ainda não consegui assistir a esse filmaço que é "Estrelas além do tempo", acredita? Mas a ansiedade para conferir continua lá no alto e toda a expectativa me fez chegar a uma bela trilha sonora sob os cuidados do talentoso Pharrell Williams; está certo que ter um nome de peso da música nem sempre garante qualidade, mas Pharrell parece ter sido indefectível.
Dentre as lindas músicas do OST, a que mais gostei foi “Surrender”, pelo seu ritmo gostoso e a voz poderosa da diva Lalah Hathaway. A letra também é um caso a parte ao traduzir bem os sentimentos das personagens que protagonizam o filme: sua luta por espaço e por voz num ambiente predominantemente branco e machista se dá - infelizmente - com o hábil uso da resignação. E a batalha não acabou... 👊

Happiness Jar de Dino
Esta é uma inspiração vinda do Pinterest para nos fazer refletir e focar no lado mais amor da vida! A ideia é simples: anote os fatos que tornaram seu dia mais feliz e deposite os papeis num recipiente reservado para isso.
E não precisa ser um evento grandioso, não! Bom, é super bacana colocar o papelzinho de uma conquista pessoal ou de um encontro entre amigos, mas também é legal encontrar uma flor bonita ou assistir ao seu filme favorito pela 42ª vez - quem nunca, né? No final do ano, dedique um tempinho para revisitar essas memórias, renovando energias e esperanças para o Novo Ano.

Não tem desculpa para não começar, porque essa experiência não exige nada carésimo: papel, caneta, um potinho de conserva, uma caixa de sapato ou um vasinho fofinho e está tudo pronto! Ah, mas seria bom se fosse transparente, assim dá para acompanhar os papeizinhos aumentando... 😊
O meu happiness jar é um pote de conserva bem simplório, mas resolvi dar uma "pinada" no bichinho: pega a tampa (procure um pote com uma tampa bonitinha, não parecendo aquelas tampas de requeijão como umas e outras por aí, beleza?), cole bem um animal de brinquedo - já falei que gosto de dinossauros? - e capricha na tinta spray!
Ah, uma dica antes de reutilizar seu pote de conserva: além de lavar bem, coloque um pouco de álcool e gire o vidro até ter certeza de que o líquido alcançou todo o interior; depois, é só deixar secando ao natural 😉
Yuri!!! on ICE
Já diriam os profetas: O HYPE É REAL!!11!1! Sim, fui mais uma das pessoas que se rendeu aos encantos deste anime, assistindo a todos os 12 episódios numa madrugada só! Antes de continuar as observações, vamos a uma rápida sinopse:
Katsuki Yuri é uma jovem promessa da patinação artística do Japão, mas sai de cena desconsolado, depois de tirar o último lugar na mais recente edição da Copa Mundial do esporte. Ainda, o atleta parece descartar suas chances de voltar ao jogo quando desconta sua tristeza na comida e fica totalmente fora de forma, em seu retorno para casa.
Embora ressentido pela derrota, o gosto de Yuri pela patinação no gelo ainda vive, assim como a admiração pelo seu ídolo no esporte, o russo Viktor Nikiforov. Por sua vez, Viktor, que começou a pavilhar sua jornada de sucesso muito cedo, a essa altura já não via motivação para continuar a sua carreira.
Foi quando assistiu a um vídeo, no qual Yuri realizou uma de suas mais famosas performances, que Viktor fez uma decisão ousada: fez as malas, embarcou para o Japão e passou de atleta para técnico a fim de treinar o promissor patinador japonês.
Eu já estava no hype desde que anunciaram que produziriam um anime sobre patinação artística, porque já faz um tempo que acompanho esse esporte. Contudo, demorei um pouco para assistir porque achei que iria sofrer muito esperando cada episódio sair. Bem, não adiantou muito, né? Acabei sofrendo igual, no aguardo de uma possível próxima temporada... 😢
Acho que a sacada mais legal dessa história foi trazer aos poucos à luz a relação de amor entre os protagonistas, algo que nos pegou de surpresa - e uma surpresa muito boa! Ainda, é importante destacar a sensibilidade com que foram retratadas as emoções dos personagens, o que é palpável para todos aqueles que vivem um cenário competitivo. Ah, inclusive vários atletas da vida real já viraram fãs e manifestaram seu amor pela série no Twitter! Orgulho por esse anime e por Viktuuri define 💙
Cookie de Banana
Com esse calor que está rolando, não tem fruta que não amadureça rápido, né? Banana é um dos itens obrigatórios aqui em casa, mas ultimamente não tem muita graça pegar um cacho cheio, porque, se compro um todo verde, no outro dia já está super maduro.
Quando não tem jeito, é hora de buscar novas receitas para aproveitar todas as bananas de uma vez só; a mais recente é a de cookies, extraída do blog Life Love and Sugar, e este já levou o selo Karupin de sucesso-na-hora-do-lanche, hehe! 😋

Ingredientes
3/4 de xícara de manteiga com sal;
1 xícara de açúcar mascavo;
1/2 xícara de açúcar comum;
1 ovo inteiro;
1 colher de sopa de essência de baunilha;
1 xícara de bananas amassadas;
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo;
1 e 1/2 colher de sopa de canela em pó;
1 colher de sopa de fermento químico;
1/4 colher de sopa de cravo da índia;
2 colheres de sopa de amido de milho;
3 xícaras de flocos grossos de aveia.
Modo de preparo
Junte a manteiga, o açúcar mascavo, o açúcar comum, o ovo, a essência de baunilha e as bananas amassadas num bowl e misture até ficar uma massa homogênea. Adicione à mistura a farinha, a canela, o fermento, o cravo e o amido de milho e mexa bem. Por fim, adicione os flocos de aveia.
Preaqueça o forno em 180ºC. Com papel manteiga, cubra uma forma para receber colheradas da massa; amasse um pouco as porções até virarem discos grossinhos. Deixe assarem por cerca de 10 a 12 minutos, ou até as laterais começarem a dourar. Retire do forno e deixe os cookies esfriarem sobre a forma por 3 a 4 minutos; depois, deixe os cookies sobre uma grade de cozinha para esfriarem completamente.
A dica do sucesso é usar esse tantão de flocos grossos de aveia mesmo - não dá para chegar a esse resultado bacana com o farelo de aveia, já tentei -, pois é o que vai garantir a consistência ideal do cookie. Devo dizer também que, por usar esses flocos, esta receita é uma ótima pedida para o intestino ficar bem calibrado! #fikdik
Surrender, de Lalah Hathaway
Putz, ainda não consegui assistir a esse filmaço que é "Estrelas além do tempo", acredita? Mas a ansiedade para conferir continua lá no alto e toda a expectativa me fez chegar a uma bela trilha sonora sob os cuidados do talentoso Pharrell Williams; está certo que ter um nome de peso da música nem sempre garante qualidade, mas Pharrell parece ter sido indefectível.
Dentre as lindas músicas do OST, a que mais gostei foi “Surrender”, pelo seu ritmo gostoso e a voz poderosa da diva Lalah Hathaway. A letra também é um caso a parte ao traduzir bem os sentimentos das personagens que protagonizam o filme: sua luta por espaço e por voz num ambiente predominantemente branco e machista se dá - infelizmente - com o hábil uso da resignação. E a batalha não acabou... 👊
Os Favoritos chegaram ainda com um pé em 2016, mas dá-lhe fechar o último ano de vez! ✨
Aproveitando, aviso aos navegantes que as próximas semanas serão um pouco intensas para mim e, por isso, o blog pode ficar um pouco parado no início de fevereiro. Deve soar meio esquisito eu falar a respeito disso agora, mas tem motivo: é que ainda teremos posts em janeiro, só que eles foram escritos e programados de antemão, já prevendo essa loucura toda futura. É o #Karupinboot assumindo a área, hehe! 🤖 Bem, explicações dadas, vamos então aos Faves de dezembro:

1. "Koi", de Hoshino Gen
Ao contrário de muitas músicas de que gosto, Koi não me conquistou logo de cara, mas sim a dancinha que vinha com ela! 🎶
Pera, explico: essa música foi usada como tema de um dorama de nome enorme - que me limito a referir como Nigehaji - e os atores principais dançam uma coreografia ao som dela no encerramento. Fazer sua própria versão da dancinha, apelidada carinhosamente de Koi Dance, virou uma mania entre os japoneses nesse final de 2016, devendo ter competido com o PPAP nas festas de fim de ano da firma por lá.
Achei engraçado o fato de alguns programas japoneses terem feito matérias extensas, tentando entender o motivo do Koi Dance ter virado febre e tal. Apesar de não ser assim tão fácil, a ponto de pegar todos os passos de primeira, é divertido tentar fazer a coreografia; treinar mesmo pode se tornar um programa bem legal com família e amigos.
... E, pelo andar da carruagem, até parece que vou fechar o tópico apresentando a vocês um vídeo meu dançando Koi Dance com muito orgulho, né? Nem ferrando, huahuahua! Continuarei esbanjando da minha falta de coordenação motora na privacidade do meu amado quarto, obrigada, de nada~ 😂
2. The Secret World of Stuff
Você é desses que vê carinha em traseiro de carro, entrada de tomada ou gotas de chuva no vidro? Eu também! Vem cá e me dá um abraço 🤗
Quem também deve querer nos abraçar é o Sean Charmatz; esse animador americano genial foi além dessas nossas buscas por carinhas nas coisas e criou um projeto chamado "The Secret World of Stuff", em que dá vida aos objetos mais inusitados. Te desafio a não abrir um sorriso vendo essas coisinhas bobas, porém bem fofas!
Sean grava esses vídeos curtinhos com o smartphone e os edita frame por frame. Todos estão disponíveis em seu Instagram e seu tumblr; compilados podem ser encontrados em seu canal no YouTube. Ah, e o menino Sean em si também não é fraco não, tendo seu dedinho em grandes animações como Bob Esponja, Pinguins de Madagascar e Trolls! O que acharam? 😀
3. Star Wars: Rogue One
Este foi o programão em família de dezembro, sem dúvidas! Ninguém em casa, incluindo eu, se considera fã de Star Wars, mas aprendemos a gostar de cada nova aventura da saga desde o Episode I.
Este filme é uma prequel para o Episode IV e conta a história dos bravos rebeldes que se arriscaram para conseguir os projetos da Estrela da Morte e dar uma nova esperança à galáxia, frente aos avanços do Império. Essa missão é liderada por Jyn, a filha geniosa do criador dos projetos da maior arma de Darth Vader, e pelo oficial rebelde e desconfiado Cassian, acompanhados pelo droide K-2SO.
Gente, quero pegar essa deixa para falar: como está sendo bacana o fato de Star Wars, um importante material da cultura geek e pop, passar o protagonismo da história a mulheres, hein? Ouso dizer mais: a forma como as personagens foram escritas na história tem desconstruído bem aquela falácia de que filmes de ação não teriam graça se protagonizados por mulheres.
Acho que foi uma das raríssimas vezes em que assisti a um filme esquecendo completamente do sexo da personagem principal - qual foi a outra vez? Ah é, Star Wars Episode VII (embora admita que Ray é uma personagem Mary Sue)! 😏 E o que foi preciso para isso acontecer? Acredito que um figurino nada sexualizado, companheiros em vez de interesses amorosos, nenhum comportamento que insinuasse subestima ou lascívia pela presença de uma mulher, diálogos relevantes e uma personalidade forte, confiante e independente.
E aí, Jyn virou quase um cara? Não, porque, embora ela tenha habilidades de luta, não foi necessário masculinizá-la para ter espaço e voz. Jyn foi tratada como uma pessoa propriamente dita, nem mais nem menos. Fico pensando no quanto isso será ou está sendo importante para a autoconsciência das crianças, principalmente as meninas, no que se refere a representatividade e respeito.
Ah, mas não dá para ignorar o fato de Star Wars, assim como Star Trek, ter um atributo curioso: o poder de retratar uma ou mais sociedades alternativas - senão ideais -, em que o dinheiro não existe para definir poder e classes, e em que homens e mulheres, humanos negros, brancos, latinos, asiáticos (e alienígenas) são vistos com o mesmo potencial e tratados da mesma forma... Talvez a origem dessa consciência esteja justamente na descoberta de que o Universo é vasto e bem mais plural do que o próprio umbigo. #DonaCândidafeelings
4. Hidratantes "Cuide-se Bem", d'O Boticário
Depois de uma passada n'O Boticário para as compras de presentes para a parentada toda, minha mãe me deu de Natal essas duas loções hidratantes aí de cima. 🎁 Eu as escolhi mais por aquele hype de novidade e embalagem bonitinha, mas tem coisa melhor do que usar e perceber na hora que esses produtos são perfeitos para esse verão?
Além de terem cheirinhos gostosos e nada enjoativos, a textura é leve, não deixa aquela sensação grudenta e a pele fica levemente aveludada. Para quem estava arredia com a ideia de passar hidratante com esse calor todo, agora nem crio desculpa; estou adorando esse momento de cuidado com o corpo e fico revezando os dois hidratantes a cada dia, hehe! 💙
Acho que esses dois são edições limitadas de Ano Novo e caíram no gosto do povo, porque já estão esgotados na loja virtual. À data deste post, ainda tem uma versão à venda, o "Ame Se Ame".
Último Favoritos do ano! Pode isso, produção?! 😨
Quando comecei os Favoritos do Mês, assim como as Tags e os posts Especiais, não imaginava que teria uma aceitação tão boa - e que seria tão divertido montá-los! É bem verdade que não faltaram momentos em que fiquei um pouco travada ao sentar e parar para pensar no que gostei no mês que passou, porque passei a maior parte do tempo em casa neste ano. Hoje, vejo que não foi ruim, porque virou uma boa forma de dar mais valor às pequenas alegrias e vitórias do dia a dia. :)
... Ah, acho que o textinho aí ficou com um clima de despedida, né? Nada disso; vai ter mais Favoritos no ano que vem, sim, senhor! E se não gostar, vai ter no próximo também, hehe! 👊 Mas, antes de conquistar o mundo, vamos descer um pouco do lustre e conferir logo os Favoritos de novembro:

1. Awesome City Club
Embora eu tenha conhecido o Awesome City Club no início do ano, como outros interesses musicais surgiram, acabei deixando a banda um pouco de lado. Em novembro, porém, me deu a louca de querer ouvir de novo as músicas deles e resolvi baixar várias faixas de uma só vez.
Formada em 2013, esta banda divulgava suas músicas novas pelo YouTube e pelo SoundCloud, até ser lançada por uma gravadora e ter seu primeiro álbum anunciado no início de 2015; isso tudo para dizer que ela é bem novinha e, ao contrário do que possa parecer, não tive tanto trabalho assim para pegar a discografia inteira, hehe!
Hm, não sei bem descrever o estilo deles, mas acredito que seja indie pop, com umas leves nuances de jazz. A maioria de suas músicas é bem leve e tem aquele ritmo gostosinho de marcar com o pé, sabe?
A favorita do momento é Don't Think, Feel mesmo, mas eu fiquei bem indecisa sobre qual clipe destacar por aqui, então fica a recomendação forte para conferir Outsider e Namida no Shanghai Night também! E como o meu vício pela banda não se resume ao que eles já lançaram em clipes, joguei aqui um preview do álbum "Awesome City Club Tracks 3" por motivos de: todas as faixas são amor. 💙
2. TEN COUNT figures
TEN COUNT é um mangá yaoi tão intrigante, quanto controverso assinado por Takarai Rihito, uma das minhas autoras favoritas. O quinto volume saiu agora em novembro e sua edição limitada contou com figures exclusivos muito fofos!
As pré-vendas foram abertas no meio do ano e pedi ajuda a uma amiga querida para conseguir comprar essa edição. Quando fui conversar sobre pagamento, porém, ela resolveu fazer deste o meu presente de aniversário e eu fiquei com aquela cara de OMG, essa pessoa não existe! 😱
Ela ainda aproveitou a viagem ao Japão a trabalho para buscá-los e comprou mais coisas fofas (de UtaPri), enviando tudo para mim em novembro. Vontade de esmagar de amor e guardar num potinho é o que não falta, viu?! Miga sua loka, te adoro! 💙💛
A duplinha enrolada em casacos é da Niitengo - adoro esta marca, por fazer os personagens em muitas poses criativas - e os pequeninos cabeçudos são da Color Colle. Ah, e por que eles estão enrolados em casacos, né? É a referência a uma cena do mangá e tem a ver com a misofobia do personagem Shirotani, o secretário de cabelinho rosa. Não, eles não saem de casa assim, hehe! Mas não vou entregar a história assim, então se quiser ler o mangá online, comece clicando aqui.
3. Itsumo no Jikan, itsumo no basho de, de Hashimoto Aoi
Natsumi é dono de um food truck que fica estacionado num parque todos os dias para a hora do almoço. Sua maior alegria é ver os rostos satisfeitos de seus clientes enquanto degustam sua comida, mas um deles tem chamado sua atenção nos últimos tempos: Sasai, o rapaz bonito que desconstrói a cara fechada quando come suas panquecas, o pedido que sempre costuma fazer.
Todos os dias, Sasai fica ansioso pelo momento em que pode comer no food truck, não apenas pelos pratos, mas por ter se tornado um ambiente no qual não é julgado pela sua aparência ou sua preferência por doces, tudo graças a Natsumi. Este, por sua vez, faz as coisas de bom grado, mas não demora muito para perceber que está apaixonado pelo designer.
Bem, os capítulos do mangá ainda estão sendo publicados, mas dá para fazer a leitura por aqui. A esta altura do campeonato, apenas dá para concluir que o Sasai é bem tapado por não perceber as atitudes meio desesperadas de Natsumi - afinal, quem faria questão de fazer o seu jantar todos os dias depois de um longo dia de trabalho, senão alguém que goste muito de você, meodeos? Só estou na torcida para que este título seja tão fofo quanto "Kikoeru?", outro título da autora de mesmo clima.
4. Jogo do Dinheiro
Não, não é outro jogo de tabuleiro, hehe! Trata-se de um filme dirigido por Jodie Foster e estrelado por George Clooney e Julia Roberts, que envolve crítica social e metalinguagem.
Na trama, Clooney é um popular apresentador de um programa de TV sobre especulações de investimentos, dirigido pela personagem de Roberts, e usa de artifícios muitas vezes ridículos, mas eficientes para garantir uma grande audiência. Numa das transmissões ao vivo, um desconhecido - interpretado por Jack O'Connell - invade o estúdio, ameaça todos com um revólver e força o apresentador a usar um colete com explosivos. O motivo era o desespero por ter acreditado e investido numa das especulações "garantidas" pelo programa e perdido todo o seu dinheiro com isso.
A partir daí, começam movimentações em diferentes planos, mas sem aquela comoção exacerbada e focada, como em outras histórias fictícias de sequestro, caindo mais na real: a diretora procura ajudar a solucionar e apaziguar o problema, porém não abre mão da oportunidade de aumentar a audiência do seu programa; a empresa na qual o sequestrador investiu tudo, embora afirme que as perdas se deram por um problema no algaritmo, esquiva-se de mais esclarecimentos; a polícia é acionada e prepara a operação de resgate, porém sem heroísmos; o público acompanha a história ao vivo com atenção, mas com grande apatia...
Acho que "Jogo do Dinheiro" (Money Monster, no original) critica questões como capitalismo, espetáculo da mídia, descompromisso com a verdade e o descaso em geral, que me parece permear todos esses planos que citei.
A narrativa também consegue se esquivar de rumos previsíveis em histórias de suspense ou sequestro que têm gabarito por aí - eu ri demais quando o apresentador pediu pela participação do público nas ações da Bolsa. Considero, contudo, que a última parte deixou um pouco a desejar, mas talvez isso faça parte da metalinguagem adotada: a sensação de "segue a vida" que temos com o desfecho para ser a mesma do público ali retratado, que acompanhou toda a história pela TV.
Caramba! 😱 Me atrasei toda, mas os Favoritos de outubro chegaram!
Outubro foi meio corridinho com os estudos e não está sendo muito diferente com novembro, mas vamos seguindo em frente, né? Mantendo a saúde, podemos superar tudo! Fight pra mim, fight pra tu, fight pra tua vaca! *Mushu feelings* 👊

1. Potion Explosion
Lembra que, nos Favoritos de Setembro, comentei sobre a amiga que me apresentou o Monopoly em cartas? Então, ela me convidou para ir à casa dela e conhecer mais de jogos diferentões de cartas e tabuleiros! 💙 Fui pesquisar e parece que eles podem ser chamados de designer games ou "jogos modernos", mas não sei se eu posso me referir a eles assim mesmo... :/
Potion Explosion foi o que jogamos primeiro e eu gostei bastante! Baseado nas aulas de poções de Harry Potter, o objetivo é conseguir o maior número de pontos, preenchendo cartelas de fórmulas mágicas com as bolinhas que saem aleatoriamente de uma urna; uma vez completas, as cartelas têm atributos que podem te ajudar nessa tarefa. Eu não sei se isso tem muito a ver, mas a estética do jogo também me chamou a atenção, com elementos detalhados e coloridos que nos deixam entusiasmados para jogar mais.

Ah, mas brincamos com outros jogos também! 😊
Eu sei que todo jogo exige um pouco de raciocínio e estratégia, mas The Builders, outro título que prestigiamos, foi bem difícil para mim. É um jogo em que se tem de realizar construções típicas dos primeiros povos da Humanidade, mas, para tanto, é necessário gerir o uso de mão de obra, ferramentas e dinheiro. Algo como aqueles joguinhos de app para construir zoológico ou impérios, sabe? Acho que é bom levar a sério os sinais de que não dou para a coisa de ser gestora, hehe...
Para arrematar a noite, jogamos Timeline, um jogo de cartas em que os participantes formam uma linha do tempo, tentando adivinhar quando aconteceu o tal fato histórico em sua carta; os jogadores vão saindo do jogo conforme suas mãos de cartas acabam. Parece tranquilinho, mas foi bem intenso e louco na hora, hehe! Melhor para quem resgatou as aulas de História e os programas aleatórios da History Channel da memória, né? :)
2. "Are You Happy?", de Arashi
E eu que achava que levaria mais uns cinco anos para voltar a gostar assim de um álbum, hein? Não deu nem um mês depois de "Fântome" da Hikki, me apaixonei por quase todas as faixas de "Are You Happy?", do Arashi!
Na verdade, essa foi uma paixão construída aos poucos, desde o conceito do álbum - o que é felicidade para o Arashi de hoje, ou seja, tem dedinhos dos membros em tudo que é canto desse CD -, passando pela arte descontraída das capas até o momento em que pudemos ouvir todas as faixas, quando se consagrou de vez!
Infelizmente, por razões de direitos autorais super restritos da agência do Arashi, fica difícil dispor das músicas, quiçá de vídeos do grupo com normalidade. Por isso, se quiser assistir ao videoclipe de Don't You Get It ("carro-chefe" do álbum), copia e cola esta senha aqui, ó: JECH4T4 (falei mesmo ué, huahuahua)
E vamos à difícil tarefa de eleger a música favorita! Hmmm... Eu não sei se é mesmo, mas a que tenho escutado mais é o solo do Sho-chan, "Sunshine". Lembro de ter falado isso no Twitter, mas a introdução sempre me faz imaginar a cena de uma menina correndo para chegar à escola com uma torrada na boca, típico clichezão de anime, sabe? Hehe!
Ah, mas a música em si mesmo tem uma mensagem bem bacana, dizendo que todos temos momentos tristes, mas também todos nós somos capazes de superar e começar bem um novo dia. Um verso que tenho lembrado bastante, até por ter me ajudado nuns momentos meio borocoxôs, é: Good day, it's up to you, konna fuu ni aruiteku (algo como Depende de você fazer [deste] um bom dia; vou continuar caminhando [pensando] assim).
3. Colar longo com pingente
Acho que meu estilo é bem simples, não saindo muito do uniforme blusa e calça jeans, e é por essa razão que eu tento colocar os diferenciais nos detalhes: um motivo bonitinho na blusa, uma dobra na barra da calça para mostrar a meia colorida, um sapato bacana para virar a estrela de um look monocromático ou umas bijuterias diferentonas mesmo.
Não sei se estou falando besteiras, mas tenho a impressão de que colares longos são mágicos, porque viram um ponto de foco para o fim do seu colo e desviam a atenção do seu quadril ou (a falta) do seu busto. Quanto mais o pingente for diferente, mais sucesso se tem nessa estratégia!
E não precisa ser algo mega pesado; esse colar está aí para mostrar que os leves e minimalistas também têm vez. Bati os olhos nessa fofura nas Lojas Renner e tem sido meu companheiro fiel nas minhas raras saidinhas por aí... 💙
4. Akagami no Shirayuki-hime
Nossa, fazia tempo que não me deparava com um anime shoujo gostosinho de acompanhar - estou falando de Akagami no Shirayuki-hime, que pode ser traduzido como A Branca de Neve dos cabelos vermelhos. Só que de Branca de Neve esta nossa protagonista só tem o nome: Shirayuki é uma jovem e gentil plebeia que ama botânica e farmácia, mas ocorreu de ter nascido com uma coloração única de cabelo que eventualmente a coloca em apuros.
Fugindo de uma dessas enrascadas pela floresta, ela encontra Zen, Kiki e Mitsuhide, três amigos cavaleiros que a tratam com desconfiança a princípio, mas logo reconhecem a coragem e boas intenções da garota. Depois de ajudarem-na a se livrar do príncipe que a perseguia, Zen revela a Shirayuki que é o segundo príncipe do maior reino da região, sendo que Kiki e Mitsuhide são seus guardas pessoais. Formando novos amigos, Shirayuki topa o convite para começar uma nova vida em Wisteria e ir atrás de seus sonhos para se tornar uma farmacêutica a serviço da realeza.
O que me faz gostar muito desse anime é que Shirayuki não faz o tipo mocinha bobinha e incapaz de agir sem um rapaz ao seu lado; embora não saiba lutar, esta garota é inteligente e corajosa. As pessoas que lhe são queridas vêm sempre em primeiro lugar e Shirayuki se coloca em perigo para ajudá-las, sem hesitar.
Zen também não é aquele cara clichezento que trata mal quem ama e acha que a parceira é incapaz de se cuidar; ele tem o desejo de proteger Shirayuki, tanto quanto respeita e admira a amada pelas suas virtudes. No desenrolar da história, ela sempre acaba lhe provando que pode trilhar seu próprio caminho, sendo ele mais que bem vindo para caminhar ao seu lado.
O anime tem duas temporadas, totalizando 24 episódios, mais um OVA - e eu devorei isso tudo num tapa, de tão gostosinha que essa história é. 💙 As músicas são muito lindas, assim como a arte e a animação. Recomendo demais para torcermos todos juntos por esse casalzinho fofo!
E os favoritos do mês de setembro chegaram antes de acabar outubro, benza deos! 🙌
Não houve tantas coisas divertidas no mês passado, mas o saldo ficou bom por ter tido a companhia de pessoas que eu gosto muito! Estou meio estressada com meus estudos, então não é de se surpreender o fato de ter me enrolado por dias com a redação por aqui... Ah, mas são águas passadas, porque alguma coisa saiu, né? Vamo que vamo, que o post não pode demorar mais!

1. Bienal de Quadrinhos de Curitiba, 2016
Nos dias 8 a 11 de setembro, nós tivemos a Bienal de Quadrinhos, que conhecíamos antes por aqui como Gibicon, no Museu Municipal de Arte (MuMA). A princípio, o evento era só um pretexto para me encontrar com minhas amigas, mas, ao ver as exposições e até alguns dos trabalhos dos expositores, me surpreendi com a força que os quadrinhos podem ter como ferramenta de crítica e política, assim como com os vários talentos brasileiros que estavam reunidos num só lugar.
Tinha gente bem conhecida por essas internetes, como os autores do Armandinho, Will Tirando (mas meu negócio é com a Anésia, hehe), Quadrinhos Ácidos e Como Eu Realmente! Foi uma pena eu não ter levado mais dinheiro, pois encontrei a moça que fez Navio Dragão, com a Lif, uma viking rabugentinha que eu adoro... 😭
Ah, mas também tive glórias nesse dia: consegui finalmente o meu "Tirinhas do Zodíaco" autografado - tadinho do moço, estava todo atrapalhado com os brindes na mochila - e o maravilhoso "Outras Meninas", da Manu Cunhas - adorei conhecê-la, super simpática e linda! Espero poder falar sobre esse livro empoderador para vocês em breve 💙
Eu até tentei tirar umas fotos na oportunidade, mas nenhuma conseguiu mostrar o potencial mesmo do evento, então resolvi ilustrar o item com um vídeo do canal Pausa Para um Café, que fez muito mais jus ao conjunto da obra, beleza? 😘 Ah, e desculpem o excesso de links, são muitas ~reverenzas~, hehe!
2. Fantôme, de Utada Hikaru
A Internet veio a baixo quando anunciaram um novo álbum da Hikki, depois de tanto tempo fora de cena! Pelo que entendi, ela precisava de certo espaço para ser ela mesma e interagir como uma pessoa comum faria, o que só conseguiria num relativo anonimato - assim, ela saiu do Japão e foi morar na Inglaterra.
Acho que Fantôme é o resultado fascinante das experiências pelas quais a Hikki passou nesse meio tempo, sejam elas alegres - como a troca de ares, o segundo casamento e o nascimento do seu filho - ou tristes - como o suicídio de sua mãe.
Eu também acredito que este álbum é um sopro de frescor no cenário J-Pop. Esses dias mesmo estava conversando com uma amiga sobre como esse gênero, pelo menos no mainstream, parece estagnado em si; Fantôme veio para dizer que "dá para ser mais", sem perder a autenticidade das músicas pop japonesas.
Eu fiquei besta quando percebi que gosto de quase todas as faixas deste álbum, coisa rara nos últimos tempos! Tem Manatsu no Tooriame, Sakura Nagashi (suspeita, por ser tema de Evangelion), Nijikan dake no vacance, Ore no Kanojo...!
Ok, se temos de terminar essa árdua tarefa de escolher uma favorita, vou escolher Tomodachi (amigo) por motivos de: Hikki diva falando na lata sobre amor por alguém do mesmo sexo. Segura essa marimba japonesa, mon amour! 👊
3. D. Gray-Man
Há alguns anos, lançaram um anime de D. Gray-Man e acompanhei tudo bonitinho, até terminarem a série animada sem um final definitivo e eu me sentir um cachorro que caiu do caminhão de mudança. Tá, ok, o mangá não acabou, mas vamos ser francos: já tem um catatau de animes por aí que passaram pela mesma coisa e fecharam o arco certinho, então por favor...
Oito anos depois desse "fim", do nada, me aparecem com Hallow, a sequência direta do anime! Depois de muito me enrolar, fiz uma maratona relâmpago da série antiga e fui assistir a tal novidade. Mas só 12 episódios? E o mangá também não avançou muito? Aff 🙄
Comecei falando tão mal que deve estar difícil de entender por que eu coloquei esse anime nos Favoritos afinal, né? Mas é que, apesar de tudo (ou por conta disso tudo), eu acabei redescobrindo o quão bom D. Gray-Man é, com um protagonista que, por princípios, acaba se tornando antagonista, personagens carismáticos e uma história que parece descascar a dicotomia "bem e mal". Agora, estou acompanhando o mangá e sinto que mais plot twists estão por vir!
4. Monopoly Deal
Não sei se devo isso ao fato de ter tido poucos amigos, mas eu não conheço muitos jogos, mesmo aqueles basicões que imagino fazer parte do repertório de toda criança dos anos 1990, como War ou Imagem e Ação. Sendo esse o caso, nas oportunidades em que posso jogar alguma coisa assim, consigo até sentir meus olhos brilharem!
Uma dessas raras vezes foi justamente depois da Bienal de Quadrinhos, quando minha amiga e seu namorado me apresentaram a dois jogos de cartas: Love Letter e Monopoly Deal. O primeiro é um jogo de dedução em que se tenta adivinhar que carta das mãos dos jogadores está levando a mensagem de amor para a princesa. Achei bem bacana, mas eu fiquei impressionada mesmo com o último.
Quero dizer, a sobrancelha ergueu quando vi um banco imobiliário de cartas, mas só jogando para perceber que é realmente muito divertido - e mais, esse formato torna a brincadeira bem mais dinâmica! Aqui fica difícil tentar explicar como funciona, mas se você também não conhecia, recomendo muito ir atrás! 😊
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