Considerando a minha noia com os estudos no momento, mal dá para acreditar que os Favoritos saíram! Mas juntei os meses que faltavam, junho e julho. Burlando as regras, mocinha? Nah, é que, como eu não tinha muita novidade desses meses, resolvi somar as coisas para deixar o post mais bombadinho. 💪
Por falar em bombar, esses dias entrei para o grupinho das pessoas chiques com Sarahah, haha! Embora saiba que ele foi criado para um propósito, tive a ideia de usá-lo de outra forma aqui no blog e, para que isso aconteça, te faço um convite:
Você pode me falar ou perguntar o que quiser, quantas vezes quiser e eu respondo tudo por aqui! E sabe o que é melhor de usar o Sarahah? É que, por não precisar se identificar, você pode me dar um belo puxão de orelha ou fazer aquela pergunta cabeludona que sempre quis sem perder amizade por isso, haha!
Se der certo, posso até repetir a dose por aqui, o que acha? Sim, eu estou muito empolgada (haha), mas preciso muito da sua ajuda para fazer esse post virar realidade! Por favorzinho, acesse o ✨ Sarahah ✨ e solte o verbo com ousadia e alegria para a gente montar algo bacana juntos!

O Patchwork Design é uma grande feira que reúne fornecedores e artesãos desse trabalho, vindos de várias regiões do Brasil e de alguns países vizinhos. Até então realizado apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, o evento teve sua primeira edição em Curitiba no início de junho e foi sitiado no Expotrade Pinhais.
Quem estava ansiosa pela feira mesmo era minha mãe; depois de momentos de autopiedade culminarem, ela resolveu sacudir a poeira e receber uma nova fase de braços abertos, curtindo mais a vida e valorizando os dons naturais que tanto esbanja, mas nunca aplicou como profissão. Juntar suas habilidades manuais com a alegria de ver coisas tomando forma pelas suas mãos foi o casamento perfeito para investir no patchwork.

Eu fui junto porque minha mãe queria companhia na aventura - tá certo que, entretida, ela me esqueceu em alguns momentos, mas tudo bem, também não gostaria de ir sozinha para um local tão longe de casa. No final, o rolê valeu muito a pena para mim também, já que pude conhecer várias coisas inspiradoras e diferentes.
O que me chamou mais a atenção foi a exposição de quadros feitos em patchwork, cada qual quebrando aquele estereótipo de que essa técnica é coisa de vovó - por exemplo, essa peça na imagem dos Favoritos, que mais parece ter saído dos nossos livros de Biologia, é feita todinha de tecido; esses fragmentos aí em cima, também. Dá pra acreditar?! 😱
Sempre fantasiei, mas nunca imaginei que poderia mesmo assistir ao DVD de um show do Arashi junto com uma amiga também fã do grupo. Foi o pequeno sonho que consegui realizar em junho, num encontro muito gostoso, que começou com um chocolate quente inesquecível de Milka. Na verdade, dá para dizer que estou listando o DVD mais pelo momento que ele me faz lembrar do que pelo conteúdo em si, haha! 💙
É meio difícil comentar sobre como foi o show sem poder demonstrar nada (porque a agência dos meninos é muuuuito chata quando se trata de direitos autorais), mas todas as performances foram ótimas, com aquele nível de excelência que sempre é garantido por MatsuJun. ... Bom, tenho ressalvas apenas quanto ao solo do Ohno, Bad Boy, mas vou relevar por razões de eu ri, haha!
Fiquei bem impressionada com o documentário da turnê ao nos permitir acompanhar todo o seu processo de produção, desde as reuniões até os ensaios das coreografias. Houve outros DVDs em que se mostrava os bastidores no passado, mas não cobriam o preparatório antes das turnês começarem.
A meu ver, essa demonstração de todo o envolvimento dos membros com a produção parece mandar uma mensagem aos fãs: "esses somos nós de agora - adultos, maduros, mas fazendo as coisas para vocês com o mesmo sentimento e carinho". Posso estar pirando também, mas foi o que optei por absorver do show. De qualquer forma, esses meninos sempre terão meu respeito e admiração! ✨
Ultimamente, tenho dado uma chance às sugestões daquela coluna simpática à direita dos vídeos no YouTube, a fim de sair um pouco da caixinha e conhecer músicas e artistas novos. Alguns vídeos do MONDO GROSSO (nunca tinha ouvido falar dele antes) pipocaram na lista e o primeiro que cliquei foi Labyrinth - bum, amor à primeira "ouvida"! 💙
Por onde posso começar...? Achei essa música, aliada ao clipe, muito envolvente, sensual. Fiquei hipnotizada com todas as cenas desde o momento em que dei o play no vídeo! A fotografia é linda - o clipe foi gravado em Hong Kong -, a dança contemporânea eloquente nos encaminha para novos cenários a todo momento e tudo é embalado por uma voz doce que pede para se deixar levar por um momento intenso de paixão...
Btw, MONDO GROSSO é o pseudônimo do músico Osawa Shinichi e Labyrinth é uma das faixas do seu último álbum, Nandodemo atarashiku umareru (algo como "nascendo sempre novo"). Apesar de Osawa ter produzido todas as músicas do CD, cada uma é interpretada por um artista diferente; no caso, quem canta e dança neste clipe é a cantora e atriz Mitsushima Hikari.
Fiquei sabendo desse pastel pelo programa Plug, num episódio dedicado às delícias que poderíamos encontrar em Curitiba feitas com pinhão. O pastel é grande (deve ter uns 20 cm), a massa é sequinha e vem bem recheada com a combinação mais gostosa dos últimos tempos: carne seca e pinhão! 💘
Acho que tem Pastelaria Curitiba em outros lugares, mas não sei se todos oferecem esse sabor; só posso confirmar que tem na loja da Rua 24 Horas. Salvo engano, saiu por cerca de 15 reais. Se você é daqui, pre-ci-sa fazer um favor a si mesmo e experimentar esse pastel o mais rápido possível! 🤤
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Por falar em bombar, esses dias entrei para o grupinho das pessoas chiques com Sarahah, haha! Embora saiba que ele foi criado para um propósito, tive a ideia de usá-lo de outra forma aqui no blog e, para que isso aconteça, te faço um convite:
💙 Que tal fazermos um post juntos? 💙
Você pode me falar ou perguntar o que quiser, quantas vezes quiser e eu respondo tudo por aqui! E sabe o que é melhor de usar o Sarahah? É que, por não precisar se identificar, você pode me dar um belo puxão de orelha ou fazer aquela pergunta cabeludona que sempre quis sem perder amizade por isso, haha!
Se der certo, posso até repetir a dose por aqui, o que acha? Sim, eu estou muito empolgada (haha), mas preciso muito da sua ajuda para fazer esse post virar realidade! Por favorzinho, acesse o ✨ Sarahah ✨ e solte o verbo com ousadia e alegria para a gente montar algo bacana juntos!
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Voltemos, então, aos Favoritos de Junho e Julho!

1. Patchwork Design
O Patchwork Design é uma grande feira que reúne fornecedores e artesãos desse trabalho, vindos de várias regiões do Brasil e de alguns países vizinhos. Até então realizado apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, o evento teve sua primeira edição em Curitiba no início de junho e foi sitiado no Expotrade Pinhais.
Benina, você faz patchwork?
Amô, não sei nem pregar botão direito, quiçá unir tecido, haha! 😂
Quem estava ansiosa pela feira mesmo era minha mãe; depois de momentos de autopiedade culminarem, ela resolveu sacudir a poeira e receber uma nova fase de braços abertos, curtindo mais a vida e valorizando os dons naturais que tanto esbanja, mas nunca aplicou como profissão. Juntar suas habilidades manuais com a alegria de ver coisas tomando forma pelas suas mãos foi o casamento perfeito para investir no patchwork.

Eu fui junto porque minha mãe queria companhia na aventura - tá certo que, entretida, ela me esqueceu em alguns momentos, mas tudo bem, também não gostaria de ir sozinha para um local tão longe de casa. No final, o rolê valeu muito a pena para mim também, já que pude conhecer várias coisas inspiradoras e diferentes.
O que me chamou mais a atenção foi a exposição de quadros feitos em patchwork, cada qual quebrando aquele estereótipo de que essa técnica é coisa de vovó - por exemplo, essa peça na imagem dos Favoritos, que mais parece ter saído dos nossos livros de Biologia, é feita todinha de tecido; esses fragmentos aí em cima, também. Dá pra acreditar?! 😱
2. Live Tour Are You Happy?, de Arashi
Sempre fantasiei, mas nunca imaginei que poderia mesmo assistir ao DVD de um show do Arashi junto com uma amiga também fã do grupo. Foi o pequeno sonho que consegui realizar em junho, num encontro muito gostoso, que começou com um chocolate quente inesquecível de Milka. Na verdade, dá para dizer que estou listando o DVD mais pelo momento que ele me faz lembrar do que pelo conteúdo em si, haha! 💙
É meio difícil comentar sobre como foi o show sem poder demonstrar nada (porque a agência dos meninos é muuuuito chata quando se trata de direitos autorais), mas todas as performances foram ótimas, com aquele nível de excelência que sempre é garantido por MatsuJun. ... Bom, tenho ressalvas apenas quanto ao solo do Ohno, Bad Boy, mas vou relevar por razões de eu ri, haha!
Fiquei bem impressionada com o documentário da turnê ao nos permitir acompanhar todo o seu processo de produção, desde as reuniões até os ensaios das coreografias. Houve outros DVDs em que se mostrava os bastidores no passado, mas não cobriam o preparatório antes das turnês começarem.
A meu ver, essa demonstração de todo o envolvimento dos membros com a produção parece mandar uma mensagem aos fãs: "esses somos nós de agora - adultos, maduros, mas fazendo as coisas para vocês com o mesmo sentimento e carinho". Posso estar pirando também, mas foi o que optei por absorver do show. De qualquer forma, esses meninos sempre terão meu respeito e admiração! ✨
3. Labyrinth, de MONDO GROSSO
Ultimamente, tenho dado uma chance às sugestões daquela coluna simpática à direita dos vídeos no YouTube, a fim de sair um pouco da caixinha e conhecer músicas e artistas novos. Alguns vídeos do MONDO GROSSO (nunca tinha ouvido falar dele antes) pipocaram na lista e o primeiro que cliquei foi Labyrinth - bum, amor à primeira "ouvida"! 💙
Por onde posso começar...? Achei essa música, aliada ao clipe, muito envolvente, sensual. Fiquei hipnotizada com todas as cenas desde o momento em que dei o play no vídeo! A fotografia é linda - o clipe foi gravado em Hong Kong -, a dança contemporânea eloquente nos encaminha para novos cenários a todo momento e tudo é embalado por uma voz doce que pede para se deixar levar por um momento intenso de paixão...
Btw, MONDO GROSSO é o pseudônimo do músico Osawa Shinichi e Labyrinth é uma das faixas do seu último álbum, Nandodemo atarashiku umareru (algo como "nascendo sempre novo"). Apesar de Osawa ter produzido todas as músicas do CD, cada uma é interpretada por um artista diferente; no caso, quem canta e dança neste clipe é a cantora e atriz Mitsushima Hikari.
4. Pastel de Pinhão, da Pastelaria Curitiba
Fiquei sabendo desse pastel pelo programa Plug, num episódio dedicado às delícias que poderíamos encontrar em Curitiba feitas com pinhão. O pastel é grande (deve ter uns 20 cm), a massa é sequinha e vem bem recheada com a combinação mais gostosa dos últimos tempos: carne seca e pinhão! 💘
Acho que tem Pastelaria Curitiba em outros lugares, mas não sei se todos oferecem esse sabor; só posso confirmar que tem na loja da Rua 24 Horas. Salvo engano, saiu por cerca de 15 reais. Se você é daqui, pre-ci-sa fazer um favor a si mesmo e experimentar esse pastel o mais rápido possível! 🤤
Por problemas de natureza PC deu pau, o Checklist deste mês saiu atrasadinho... Hm, atrasar não é bem uma novidade por aqui, mas só queria esclarecer que desta vez não foi culpa minha, haha 😅
Diferente do mês passado, o "elenco de estrelas" BLCD para agosto tem vários títulos que conheço, mas de um gosto meio duvidoso para mim, como Pendulum (contém bestialidade) e Nii-chan (contém pedofilia e um relacionamento distorcido). 🤔 Deixando esses gatilhos de lado, me surpreendi com o fato de títulos não muito recentes terem ganhado ou retomado adaptações em Drama CD apenas agora; no caso, Koisuru Boukun e Sasakure Memorial!
Sasakure Memorial é nosso Destaque do Mês, então falo sobre ele depois; Koisuru Boukun foi adaptado em Drama CD até o seu sexto volume, lá em 2012. Pelo que pesquisei - porque eu não acompanho mais a série, shame on me -, a história acabou em 2015 com dez volumes ao total. Este ano não marca aniversário de nenhum dos títulos, então não parece haver um motivo real para serem retomados agora, apenas... Aconteceu.
Ainda é cedo para saber se isso sinaliza alguma tendência, mas eu já acendi o giroflex da esperança (haha) por conta própria: quem sabe retomam Seitou Kaichou ni Chuukoku? Ou ainda adaptam um dos meus favoritos, Rutta to Kodama?! Ah, quero estar viva para esse momento! 💙

Como havia dito, o Destaque do Mês foi para Sasakure Memorial (numa tradução livre, "lembranças farpadas"), um título de 2012 de Kano Shiuko. Sério, eu fui atrás e realmente não tem motivo aparente para adaptarem essa história agora - e sério, estou muito encucada com isso, haha! 🙃 Os títulos mais famosos da Kano-sensei são Punch ↑ e P.B.B. (Play Boy Blues), mas acho que fui fisgada pelo primeiro capítulo de Sasakure por apresentar um contexto um tantinho inusitado:
Apesar de não terem sido adaptados para Drama CD, há mais duas histórias com casais diferentes no mangá: um policial que tem uma queda por rapazes com baby face e acaba se envolvendo com um dos seus antigos alunos de karatê; e o casal de outro título (Mayou Otoko), formado por um engenheiro e um operário, aberto a novas experiências sexuais tenta reafirmar seu amor além das corriqueiras perversões...
Diferente do mês passado, o "elenco de estrelas" BLCD para agosto tem vários títulos que conheço, mas de um gosto meio duvidoso para mim, como Pendulum (contém bestialidade) e Nii-chan (contém pedofilia e um relacionamento distorcido). 🤔 Deixando esses gatilhos de lado, me surpreendi com o fato de títulos não muito recentes terem ganhado ou retomado adaptações em Drama CD apenas agora; no caso, Koisuru Boukun e Sasakure Memorial!
Sasakure Memorial é nosso Destaque do Mês, então falo sobre ele depois; Koisuru Boukun foi adaptado em Drama CD até o seu sexto volume, lá em 2012. Pelo que pesquisei - porque eu não acompanho mais a série, shame on me -, a história acabou em 2015 com dez volumes ao total. Este ano não marca aniversário de nenhum dos títulos, então não parece haver um motivo real para serem retomados agora, apenas... Aconteceu.
Ainda é cedo para saber se isso sinaliza alguma tendência, mas eu já acendi o giroflex da esperança (haha) por conta própria: quem sabe retomam Seitou Kaichou ni Chuukoku? Ou ainda adaptam um dos meus favoritos, Rutta to Kodama?! Ah, quero estar viva para esse momento! 💙

Destaque do Mês
Como havia dito, o Destaque do Mês foi para Sasakure Memorial (numa tradução livre, "lembranças farpadas"), um título de 2012 de Kano Shiuko. Sério, eu fui atrás e realmente não tem motivo aparente para adaptarem essa história agora - e sério, estou muito encucada com isso, haha! 🙃 Os títulos mais famosos da Kano-sensei são Punch ↑ e P.B.B. (Play Boy Blues), mas acho que fui fisgada pelo primeiro capítulo de Sasakure por apresentar um contexto um tantinho inusitado:
Acostumado a se apaixonar por homens heterossexuais, Yajima Shigeru (CV: Okitsu Kazuyuki) tem seu coração partido mais uma vez: sabendo que seu interesse amoroso no trabalho iria se casar, ele finge estar completamente bêbado para beijá-lo no trem, a caminho de casa. Todo o episódio foi testemunhado pelo condutor do trem, que, na manhã seguinte, tenta marcar um encontro com o salaryman, escrevendo num caderno.
Embora não estivesse certo de que os sinais eram para ele mesmo, nem soubesse por que se sentia obrigado a corresponder às expectativas de um desconhecido, Yajima se encontra com Mita Yuusuke (CV: Furukawa Makoto) e descobre que o jovem e apático condutor está por ele apaixonado. O salaryman deixa claro que Mita não faz seu tipo, mas o desespero que o rapaz demonstrava por sua atenção o faz baixar a guarda e lhe dar uma chance.
Na verdade, eles se conheciam de outros tempos, quando eram apenas estudante e professor de um cursinho. Na época, Mita foi rejeitado por Yajima, que estava sofrendo com seus próprios problemas e acabou descontando em seu jovem aluno com um áspero fora. Os dez anos de amor devoto de Mita conquistam o coração do salaryman, mas seria o suficiente para superar as inseguranças nutridas pelas desilusões amorosas de Yajima?
Apesar de não terem sido adaptados para Drama CD, há mais duas histórias com casais diferentes no mangá: um policial que tem uma queda por rapazes com baby face e acaba se envolvendo com um dos seus antigos alunos de karatê; e o casal de outro título (Mayou Otoko), formado por um engenheiro e um operário, aberto a novas experiências sexuais tenta reafirmar seu amor além das corriqueiras perversões...
Referências
Seme | Mita Yuusuke (CV: Furukawa Makoto)
Suwa Hiroto (Orange), Saitama (One Punch Man), Tada Banri (Golden Time);
Uke | Yajima Shigeru (CV: Okitsu Kazuyuki)
Saku Hagita (Orange), Hisui Nagare (K: Return of Kings), Masaomi (Brothers Conflict).
Confira também
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Apesar de não conhecer todos os lançamentos, a gente sempre pode correr atrás!
Quer saber mais sobre eles? Vamos conversar nos comentários :)

Eu não sei se é a influência taurina
Acho que nunca vi - e olha que eu procuro, hein - macarons fofos tão perfeitos quanto os da Melly Eats World: são lisos, modelados na mesma medida e formato, e coloridos com a mesma precisão nos mais encantadores temas. Só falta comer mesmo para conhecer o sabor, mas duvido que consiga morder coisas tão lindas... 😢
Desde que conheci os trabalhos da Melly, tive muita vontade de escrever um post a respeito, mas fiquei meio desanimada ao ver que havia muito poucas informações na Internet sobre a criadora: só sabia que era de Toronto e apenas aceitava encomendas locais, nada mais do que a própria Melly já falava na descrição da sua conta, único meio que ela usa para divulgar seu trabalho.
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Contudo, fui percebendo aos poucos que a Melly parecia uma pessoa bem acessível, pois costumava falar bastante em cada foto que postava. Quem sabe eu não poderia falar com ela?, foi o que divaguei por um bom tempo. Fiquei nessa até o derradeiro dia em que peguei meu mínimo conhecimento em inglês, tomei um pouco de coragem e TRÁ, mandei logo uma mensagem privada para ela.
Quem diria que, naquela mesma noite, uma resposta super simpática viria, topando fazer uma pequena entrevista para o blog? 😱 É o que trago com exclusividade a seguir, hehe!
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1. Qual é o seu nome e idade?
Meu nome é Melissa, mas o pessoal me chama de Mel ou Melly. Moro em Toronto, Canadá. Uma dama nunca revela sua idade~
2. Opa, é verdade! Desculpe, fui indelicada, hehe... Ser uma confeiteira, era algo que você sempre quis ou você seguia outra carreira antes disso? Pode falar mais a respeito?
Eu tenho um trabalho em tempo integral na indústria de fundos de investimentos, embora tenha confeitado desde a adolescência. É um hobby meu de longa data. Atualmente, confeito à noite e durante os fins de semana; é pesado, mas muito compensador.
3. Você tem alguma formação relacionada a confeitaria ou pâtisserie?
Na maior parte, eu sou uma confeiteira autodidata, aprendendo através de livros e da Internet. Comecei a frequentar alguns cursos numa faculdade local no ano passado para poder conhecer mais gente com interesses comuns e aprender mais sobre a indústria.
4. Teve algo ou alguém que te inspirou a seguir esse sonho?
Originalmente, fui encorajada por um amigo para começar a postar meus trabalhos no Instagram. Eu não pensei muito sobre isso e fiquei bem surpresa porque as pessoas mostraram interesse na minha confeitaria.
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5. E há algo ou alguém que te inspira a fazer trabalhos fofos?
Posso dizer que sou inspirada pelo meu sobrinho para fazer trabalhos fofos. Ele logo vai fazer quatro anos e é muito divertido ver o mundo pelos seus olhos.
6. Ah, e você tem um personagem ou animal fofo favorito?
[Dos meus trabalhos] é difícil escolher um design favorito, todos eles são meus bebês!! (risos) Na verdade, eu prefiro fazer designs originais do que personagens de desenho, embora aceite fazer encomendas customizadas desses personagens, quando pedido. Se é para escolher, seria qualquer coisa a ver com Star Wars. E ultimamente, também tenho achado o Gudetama muito fofo!
Acho que é isso mesmo. Muito obrigada, Melly! Foi um prazer conversar um pouquinho com você e sou muito grata por ter tido a coragem de entrar em contato!
Oh, de nada. Muito obrigada por entrar em contato e pelo seu interesse, estou muito honrada~!
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E essa foi a minha aventura conhecendo mais sobre a querida Melly, enfrentando meus medos com inglês - ela disse que era "quite good", mas sei lá, vai ver foi só gentil, haha - e fazendo minha primeira entrevista real oficial, yey! 💙 Ah, e pretendo fazer mais posts assim, então me aguardem! 👊
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Conhece outras contas de Instagram tão inspiradoras quanto a da Melly?
Conta pra mim, vou adorar conhecer também! 💙
Por motivos de força maior, o BLCD Checklist veio todo atrasadinho! Mas o que fazer, né? Não se pode lutar muito contra o poder de um calmante (fitoterápico), ainda mais quando é a primeira vez que uso uma coisa dessas, haha! 😅
Fazer o Checklist deste mês foi bem desafiador, porque está cheio de títulos originais e outros que não fazem a minha cabeça. Sendo bem sincerona, quase desisti de fazer o Destaque do Mês por conta disso - pra ver o nível de rejeição em que estamos! 😔 Mas vai, até que o nosso escolhido não é tão ruim assim... Então, vamos injetar serotonina direto na veia e apresentar o Destaque de uma vez, haha!

Me valendo da máxima dos males, o menor, decidi dar o título para Koubutsu wa ichibansaigo ni hara no naka, que pode ser traduzido como "O prato favorito se come bem por último" - vocês fazem isso? Eu adoro, principalmente com moranguinhos com creme no topo. 🍰
Estamos em tempos em que o Omegaverse/Universo ABO está em alta entre os mangás yaoi, então o mundo criado por Tsurusawa Tsutako-sensei para essa obra já não deve mais causar estranheza: nesse cenário, a humanidade evoluiu dos gatos e, por algum motivo, os indivíduos de ambos os sexos têm condições de engravidar. 🐈
Além dessa, há mais duas histórias no mangá, ainda dentro desse "universo felino": a relação entre um jovem modelo perseverante na carreira e seu novo e rígido agente (Rentarou×Yuuji), e a relação que se forma entre dois colegas de trabalho por terem uma baita compatibilidade entre seus corpos (Yasuda×Naochika).
Fazer o Checklist deste mês foi bem desafiador, porque está cheio de títulos originais e outros que não fazem a minha cabeça. Sendo bem sincerona, quase desisti de fazer o Destaque do Mês por conta disso - pra ver o nível de rejeição em que estamos! 😔 Mas vai, até que o nosso escolhido não é tão ruim assim... Então, vamos injetar serotonina direto na veia e apresentar o Destaque de uma vez, haha!

Destaque do Mês
Me valendo da máxima dos males, o menor, decidi dar o título para Koubutsu wa ichibansaigo ni hara no naka, que pode ser traduzido como "O prato favorito se come bem por último" - vocês fazem isso? Eu adoro, principalmente com moranguinhos com creme no topo. 🍰
Estamos em tempos em que o Omegaverse/Universo ABO está em alta entre os mangás yaoi, então o mundo criado por Tsurusawa Tsutako-sensei para essa obra já não deve mais causar estranheza: nesse cenário, a humanidade evoluiu dos gatos e, por algum motivo, os indivíduos de ambos os sexos têm condições de engravidar. 🐈
De linhagem misturada, Kazui foi abandonado na rua ainda bebê e cresceu sem o amor de uma família. Seu sonho é apenas um: construir a sua própria família, de sangue, ainda que seus filhos não tenham um pai presente. Seu objetivo claro faz seu corpo liberar feromônios que servem de convite para parceiros aleatórios passarem a noite junto com ele; ainda assim, não pôde engravidar de fato até o momento.
Um dia, seu patrão o indica para trabalhar como agente exclusivo de Noah, um modelo muito popular cuja linhagem é pura Maine Coon. Embora, a princípio, estivesse inseguro com a tarefa, Kazui começa a se sentir muito bem na companhia de Noah, que, por sua vez, sempre parece pensar e zelar por seu novo agente. Tanto o é que começa a pensar em como seria feliz tendo, não apenas filhos em sua família, como também um companheiro ao seu lado...
Além dessa, há mais duas histórias no mangá, ainda dentro desse "universo felino": a relação entre um jovem modelo perseverante na carreira e seu novo e rígido agente (Rentarou×Yuuji), e a relação que se forma entre dois colegas de trabalho por terem uma baita compatibilidade entre seus corpos (Yasuda×Naochika).
Referências
Seme | Noah (CV: Okitsu Kazuyuki)
Asahina Masaomi (Brothers Conflict), Nagare Hisui (K: Missing Kings), Nagamasa Midori (Aoharu×Machinegun);
Uke | Sabitada Kazui (CV: Kobayashi Yusuke)
Su-won (Akatsuki no Yona), Marui Zenji (Shokugeki no Soma), Arslan (Arslan Senki).
Seme | Takitami Rentarou (CV: Furukawa Makoto)
Saitama (One Punch Man), Suwa Hiroto (Orange), Tada Banri (Golden Time);
Uke | Yonezou Yuuji (CV: Tamaru Atsushi)
Mochizou Ouji (Tamako Market), Hachimine Takuma (Meganebu), Kunimi Akira (Haikyuu!!).
Seme | Yasuda (CV: Miyake Kenta)
Tsume (Wolf's Rain), Dohko (Saint Seiya: The Lost Canvas), Mike Zacharias (Shingeki no Kyojin);
Uke | Yonezou Naochika (CV: Shirai Yusuke)
Naruko Io (Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!), Percival (Divine Gate).
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