É, pessoal, não tem nada de novo sob o sol mesmo: como podem ver, estou toda atrasada com os Favoritos, haha!
Mas vamos voltar aos trilhos, começando por março: mais um mês que foi agitadinho, dominado por reformas e pinturas que me fizeram perceber melhor coisas como acabamentos nas paredes e tetos. Se você me ver encarando por uns bons segundos esses cantinhos, eu não tô louca, é só por conta disso, tá? Haha!

1. Logan (2017)
Confesso que não estava com todo esse hype quando esse filme saiu, mas o que me chamou a atenção foi o fato de tanta gente elogiar um filme de super-herói, sem o fazer, porém, pelos seus efeitos especiais. No final, Logan me surpreendeu muito e ouso dizer que foi um dos melhores filmes do gênero que saíram até o momento!
Num futuro pouco distante, a população mutante foi reduzida drasticamente e aquele grupo uma vez conhecido como X-Men já não existe mais. É difícil associar o Logan desses tempos ao Wolverine durão que chegou a ser: com seus poderes enfraquecidos, ele tenta viver como motorista particular enquanto se entrega ao alcoolismo.
Certo dia, uma estranha o identifica e lhe pede para levar uma garotinha até a fronteira com o Canadá; relutante de início, Logan resolve atender ao pedido quando Professor Xavier - outro dos poucos mutantes sobreviventes, porém está bastante debilitado e sob seus cuidados - revela que estava se comunicando com ela e a aguardando há muito tempo.
Ocorre que Laura também é uma mutante, com incríveis habilidades de luta que muito se parecem com as dos dias de glória de Wolverine. Contudo, parece ser esse o motivo para ela ter se tornado o alvo de uma poderosa organização, o que dá início a uma perseguição implacável.
Foi uma despedida muito digna entre Hugh Jackman e Wolverine, mas acho que a Fox será obrigada a dar uma folga super espaçada para o personagem aparecer em qualquer coisa relacionada aos X-Men de novo. O "divórcio" de imagens ainda é doloroso, mesmo para quem não é fã da franquia afinal.
Escolhi este filme como um programa em família e insisti bastante para vermos, só que não estava preparada para uma sanguinolência tão explícita e isso me constrangeu um pouquinho pelos meus pais lá na sala de cinema. Mas é, depois do choque do início, deu para todo mundo curtir, vibrar muito com a Laura - tinha uns "uuuh", "yessss" anônimos pelo cinema, haha - e até chorar no final. Ah, e se você não chorou no final, sinto dizer que você não tem coração, viu... 😭
2. Óculos novos
Um dos meus sonhos de consumo é meio estranho: anseio pelo dia em que farei uni duni tê para escolher com que óculos vou sair, dentre uma variedade enorme numa linda gaveta. Quem diria, considerando que eu era alguém que havia detestado a ideia de usar um ímã atraidor de bolas na cara durante a escola... Mas bem, enquanto isso não acontece - será que um dia vai? -, conquistaremos um modelo por vez, haha! 👊

Estou mega feliz com esta nova aquisição: um óculos de armação fininha e leve, com lentes grandes, yey! Acho que o fator decisivo para ter escolhido este modelo é que essas lentes circulares deixam a minha expressão muito mais amistosa do que o normal. Já ouvi tanto sobre terem hesitado falar comigo por eu ter "cara de brava", snif... Felizmente, assim não preciso mais falar que não mordo, porque agora - com o perdão do trocadilho - está "na cara", hehe. 🤓
3. Seven Nation Army, de Ben l'Oncle Soul
Eu não era nem sou fã de The White Stripes, mas se você viveu o ano de 2003 fora de uma caverna, deve ter ouvido esta música e seu ritmo inconfundível algumas boas e tantas vezes, né não?
Zappeando pelos canais internacionais, me deparei com essa joia preciosa que é Ben l'Oncle Soul se apresentando ao vivo num programa francês e, claro, ele estava cantando a sua versão dessa famigerada canção. Eu não sei vocês, mas como meu negócio está mais inclinado para o Soul, já abstraí da memória o original e adotei esta versão da música pra vida, haha!
Ah, essa versão tem clipe oficial e tudo caprichadinho, mas vai dizer que essa dancinha ao vivo não é muito mais contagiante? Sem falar que o solo de piano aí é sedutor demais, pelamor... 😍
4. Akai Ito no Shikkou Yuuyo, de Yoshio Akira
Este é mais um daqueles títulos fofos de yaoi que eu adoro ler e mostrar aqui nos Favoritos, mas devo dizer que fui fisgada logo no primeiro capítulo, com essa fofura que é o Hiro, o seme nesta nossa história! Ele é a mais perfeita espécime que já encontrei de personagem tipo "cão" - alegre, fiel, de amor incondicional e para quem não se pode negar nada de tão fofo - e eu AMO personagem assim, haha! 🐶
Arako Keiji é um universitário do terceiro ano que, desde criança, possui uma inusitada habilidade especial: conseguir enxergar o lendário akai ito, o laço vermelho que une almas destinadas umas às outras, amarrado aos seus dedos mínimos. Depois que a revelação de seu "poder" causou o divórcio entre seus pais, Keiji apenas se limita a observar as relações alheias fadadas ao sucesso ou ao fracasso.
Os laços têm seu momento certo para se juntar ao de outra pessoa e, por mais que tenha nutrido um amor platônico por uma de suas colegas da faculdade há dois anos, o laço de Keiji nunca havia se ligado ao de outrem. Certo dia, finalmente essa conexão ocorre, porém o choque não poderia ser maior ao ver que estava destinado a um rapaz que nunca tinha visto na vida.
Seu predestinado é Obata Hiroki, um calouro gentil e de boa aparência que logo conquista os membros do clube de Keiji, forçando um convívio nem um pouco desejado pelo veterano. Keiji tenta a todo custo evitar se envolver com o rapaz, mas as poucas demonstrações de sua natureza gentil logo conquistam Hiro, o qual está disposto a se aproximar do veterano e provar seu amor...
Por enquanto, apenas os dois primeiros capítulos foram traduzidos para o inglês, mas eu não fui boba e logo fui atrás da versão RAW deste mangá de volume único. Infelizmente, não posso passar por aqui o link do RAW, mas está disponível para todos os membros do fórum YaoiOtaku, tá bom? 😉
Está aberta a temporada de overload de lançamentos BLCD - e de tirar o meu couro criativo para montar as ibagens das checklists, haha! Felizmente, além de ter tantas adaptações de títulos de uma vez só, tem muita história, se não boa, promissora, yey! 😍

Bateu a indecisão na hora de escolher meu destaque do mês, mas chegamos a um vencedor por motivos de: estava esperando há um tempão para fazerem este anúncio. Com vocês, a triunfal volta da minha completa tara pelos trabalhos da Ogeretsu Tanaka-sensei - apresento-lhes o lindão Neon Sign Amber! 💙

Destaque do Mês
Bateu a indecisão na hora de escolher meu destaque do mês, mas chegamos a um vencedor por motivos de: estava esperando há um tempão para fazerem este anúncio. Com vocês, a triunfal volta da minha completa tara pelos trabalhos da Ogeretsu Tanaka-sensei - apresento-lhes o lindão Neon Sign Amber! 💙
Ogata Yuusuke (CV: Hino Satoshi) é um jovem bartender que está fazendo bico como segurança de boate, enquanto o bar onde trabalha está em reformas. Apesar de ser um rapaz bonito, suas feições não mudam muito, o que torna difícil entender o que ele realmente está pensando ou sentindo. Um dos clientes mais frequentes da boate, por sua vez, é Saya Masaki (CV: Nakajima Yoshiki), um jovem com um estilo meio gyaru - pele morena, cabelos claros - que é conhecido por sempre fechar cada noitada com uma garota diferente.
Numa manhã calorenta depois do expediente, Ogata se depara com Saya sendo despachado por uma garota na saída do motel e tenta ajudar o rapaz estirado na calçada, tudo para levar uma bela golfada sobre suas roupas. Com certeza, não foi uma das melhores formas de se conhecer alguém, mas foi assim que eles começaram a conversar. Depois de Ogata ajudá-lo a abrir o armário de pertences da boate, Saya se compromete a lhe fazer café da manhã todos os dias no pequeno restaurante de sua família, até cobrir a taxa do armário.
Sendo a primeira pessoa em muito tempo a conseguir entender suas expressões, Ogata começou a ficar intrigado com as feições expansivas e a natural sensualidade de Saya, não demorando muito para se apaixonar de vez pelo rapaz. Contudo, o fato de Ogata não conseguir avançar o sinal ao encarar que seu amado também é um homem faz com que lembranças dolorosas de Saya voltem à tona...
Referências
Seme | Ogata Yuusuke (CV: Hino Satoshi)
Noiz (DRAMAtical Murder), Sawamura Daichi (Haikyuu!!), Sai (Naruto Shippuden);
Uke | Saya Masaki (CV: Nakajima Yoshiki)
Yamashita Jiro (THE IDOLM@STER SideM), Aoi Yuki (DYNAMIC CHORD).
Confira também
Talvez seja uma covardia da minha parte, mas ainda não me sinto confortável em falar abertamente aqui no blog sobre pautas que dizem respeito ao feminismo. Na verdade, quanto mais eu tento me informar a respeito, mais vejo que sou muito ignorante sobre o assunto e tenho receio de falar algo para depois não saber justificar o que expus com propriedade...
Mas é claro que posso falar sobre coisas que vivi e vivo como indivíduo e mulher, então é gratificante poder usar este meu espaço para abordar questões como autoaceitação e autoestima quanto ao nosso corpo, a nossa imagem e até a nossa sexualidade na sociedade. Mais bacana ainda é poder começar a fazer isso a partir de uma obra maravilhosa como "Outras meninas", da talentosa Manu Cunhas!

O "Outras meninas" é uma obra feita a muitas mãos, na verdade; Manu flor começou esse projeto fazendo aquarelas incríveis, sensíveis ao que captava de depoimentos de mulheres de todas as idades sobre como se viam, junto com fotos de seus corpos nus. As ilustrações foram publicadas com seus respectivos depoimentos anônimos e, depois de cerca de um ano, o projeto do livro foi ao financiamento coletivo.
A experiência também causou impacto para a própria Manu, que teve a ideia de fazer o projeto ao se questionar por que conseguia admirar e gostar de desenhar corpos curvilíneos, gordurinhas, rugas e tudo mais, sem conseguir aceitar, contudo, as suas próprias "imperfeições".

Eu conheci o trabalho muito depois de todo o processo criativo e do financiamento coletivo, mas, vendo o livro, ficou muito claro o desejo da Manu em querer abraçar, dar voz e oportunidade de identificação a uma gama bem abrangente de mulheres - não apenas as magras ou gordas, as de seios pequenos ou fartos, mas também as negras, as orientais, as tatuadas, as LGBTQ, as idosas, as com deficiências físicas, as que já se aceitam super bem, as que sofrem de ansiedade, as que têm distúrbios alimentares, as que enfrentam depressão.

Por mais que seja uma coletânea com dezenas de depoimentos e, portanto, ali estejam fragmentos de dezenas de mulheres reais e diferentes entre si, senti que eu poderia ser todas e elas todas poderiam ser eu.
Sim, é muito possível que você encontre uma situação parecida com a sua sendo narrada numa daquelas lindas páginas, mas os relatos são tão palpáveis que você também é capaz de se colocar no lugar de outras mulheres que vivem outras realidades, patamares e (falta de) privilégios. A meu ver, esse livro é um tapa que põe à prova a sua capacidade de ser empático for real.


Acho que não é leviano dizer que nenhuma pessoa foi ou é realmente poupada de julgamentos alheios e pressões sobre a sua imagem. Contudo, o fardo parece pesar mais para as mulheres em geral. Nesse sentido, considero que foi uma super sacada da Manu ter colocado por último o depoimento de uma moça que, mesmo parecendo se encaixar nos ideais atuais de beleza, também se sente vulnerável, violada, tolhida:

Caramba. Eu queria ter lido um livro assim já no início da adolescência, pois talvez pudesse ter me ajudado a ser um montinho de inseguranças menor do que sou hoje.
Por não ser boa em atividades físicas desde que me conheço por gente, já ficava em escanteio das panelinhas da turma na escola, mas o fato se agravava por ser mais robusta do que as demais meninas. As mudanças do corpo no início da adolescência e as já inerentes gordurinhas me faziam me sentir (mais) desengonçada; sem saber lidar com isso, eu escondi minhas inseguranças sob camisetas masculinas pretas e calças jeans largas até pouco antes de entrar na faculdade.
Nessa época, o meu corpo se estabilizou e comecei a ver algo de bonito no que estava refletido no espelho, mas até hoje não consigo aceitar a minha silhueta muito bem, o que atribuo parcela de culpa à minha mãe. É provável que ela nem saiba a influência que tem sobre mim e, portanto, sei que ela não tem esta intenção, mas cada vez que sai um se você emagrecer um pouco, vai ficar legal, é como se minha autoestima fosse enterrada com uma martelada bem dada...
Sabe, tem (muitas) coisas que a gente não precisa ouvir dos outros, porque já permeiam e rondam nossos pensamentos o tempo todo - chega ao ponto de que cada dia é uma vitória por continuarmos os enfrentando... Desculpem o desabafo, mas é como eu tinha dito: todo mundo tem uma história, mal ou bem resolvida, com autoestima e autoaceitação.

Nem tudo, porém, é desânimo. Para finalizar, deixo aqui um trecho dos depoimentos que muito me marcou e ajudou a pensar diferente; espero que essa reflexão também possa contribuir para uma nova perspectiva que permita seguir em frente:


Mas é claro que posso falar sobre coisas que vivi e vivo como indivíduo e mulher, então é gratificante poder usar este meu espaço para abordar questões como autoaceitação e autoestima quanto ao nosso corpo, a nossa imagem e até a nossa sexualidade na sociedade. Mais bacana ainda é poder começar a fazer isso a partir de uma obra maravilhosa como "Outras meninas", da talentosa Manu Cunhas!

O "Outras meninas" é uma obra feita a muitas mãos, na verdade; Manu flor começou esse projeto fazendo aquarelas incríveis, sensíveis ao que captava de depoimentos de mulheres de todas as idades sobre como se viam, junto com fotos de seus corpos nus. As ilustrações foram publicadas com seus respectivos depoimentos anônimos e, depois de cerca de um ano, o projeto do livro foi ao financiamento coletivo.
A experiência também causou impacto para a própria Manu, que teve a ideia de fazer o projeto ao se questionar por que conseguia admirar e gostar de desenhar corpos curvilíneos, gordurinhas, rugas e tudo mais, sem conseguir aceitar, contudo, as suas próprias "imperfeições".

Eu conheci o trabalho muito depois de todo o processo criativo e do financiamento coletivo, mas, vendo o livro, ficou muito claro o desejo da Manu em querer abraçar, dar voz e oportunidade de identificação a uma gama bem abrangente de mulheres - não apenas as magras ou gordas, as de seios pequenos ou fartos, mas também as negras, as orientais, as tatuadas, as LGBTQ, as idosas, as com deficiências físicas, as que já se aceitam super bem, as que sofrem de ansiedade, as que têm distúrbios alimentares, as que enfrentam depressão.

Por mais que seja uma coletânea com dezenas de depoimentos e, portanto, ali estejam fragmentos de dezenas de mulheres reais e diferentes entre si, senti que eu poderia ser todas e elas todas poderiam ser eu.
Sim, é muito possível que você encontre uma situação parecida com a sua sendo narrada numa daquelas lindas páginas, mas os relatos são tão palpáveis que você também é capaz de se colocar no lugar de outras mulheres que vivem outras realidades, patamares e (falta de) privilégios. A meu ver, esse livro é um tapa que põe à prova a sua capacidade de ser empático for real.

Chega uma hora que cansa. Chega uma hora que tudo o que eu poderia desejar é entrar em acordo com o amontoado disforme de carne a que chamam 'meu corpo'. (...) Sei também que a dor e a luta de muitas mulheres são de magnitude infinitamente superior à minha. Ainda assim, todo dia acordo e digo: 'Quero me amar, mas não tenho esse direito'.

Acho que não é leviano dizer que nenhuma pessoa foi ou é realmente poupada de julgamentos alheios e pressões sobre a sua imagem. Contudo, o fardo parece pesar mais para as mulheres em geral. Nesse sentido, considero que foi uma super sacada da Manu ter colocado por último o depoimento de uma moça que, mesmo parecendo se encaixar nos ideais atuais de beleza, também se sente vulnerável, violada, tolhida:
Criei coragem para contar a minha história por ver muitas vezes na internet, na rua, em todos os lugares, que eu sou o tipo de mulher que não pode abrir a boca porque a sociedade aceita a minha genética, as minhas curvas... aceita tanto que me tirou a liberdade sobre ele. Aceita tanto que, por mais de uma vez, na minha infância e adolescência tive meus gritos abafados, meu psicológico abalado, meu íntimo estuprado.

Caramba. Eu queria ter lido um livro assim já no início da adolescência, pois talvez pudesse ter me ajudado a ser um montinho de inseguranças menor do que sou hoje.
Por não ser boa em atividades físicas desde que me conheço por gente, já ficava em escanteio das panelinhas da turma na escola, mas o fato se agravava por ser mais robusta do que as demais meninas. As mudanças do corpo no início da adolescência e as já inerentes gordurinhas me faziam me sentir (mais) desengonçada; sem saber lidar com isso, eu escondi minhas inseguranças sob camisetas masculinas pretas e calças jeans largas até pouco antes de entrar na faculdade.
Nessa época, o meu corpo se estabilizou e comecei a ver algo de bonito no que estava refletido no espelho, mas até hoje não consigo aceitar a minha silhueta muito bem, o que atribuo parcela de culpa à minha mãe. É provável que ela nem saiba a influência que tem sobre mim e, portanto, sei que ela não tem esta intenção, mas cada vez que sai um se você emagrecer um pouco, vai ficar legal, é como se minha autoestima fosse enterrada com uma martelada bem dada...
Sabe, tem (muitas) coisas que a gente não precisa ouvir dos outros, porque já permeiam e rondam nossos pensamentos o tempo todo - chega ao ponto de que cada dia é uma vitória por continuarmos os enfrentando... Desculpem o desabafo, mas é como eu tinha dito: todo mundo tem uma história, mal ou bem resolvida, com autoestima e autoaceitação.

Nem tudo, porém, é desânimo. Para finalizar, deixo aqui um trecho dos depoimentos que muito me marcou e ajudou a pensar diferente; espero que essa reflexão também possa contribuir para uma nova perspectiva que permita seguir em frente:
(...) Mas existe uma outra parte que me olha nos olhos e enxerga todo o meu rosto, minhas curvas, meu formato e meus detalhes perfeitos. Essa é a metade que enxerga também a mulher forte que sou por dentro, protetora do mundo, 'defensora dos fracos e oprimidos', como diria minha mãe. Essa parte sabe que eu preciso me aceitar e enxergar minha própria beleza se quiser fazer diferença na vida de outras pessoas. Por isso, eu busco sempre proteger e amar as mulheres que me cercam: quem sabe eu não me aceito mais ajudando outras a se aceitarem?

Livro: Outras Meninas
Capa dura
Formato: 16,5 cm x 24 cm
180 páginas, papel couché
Formato: 16,5 cm x 24 cm
180 páginas, papel couché
Compras, só no site da artista: Clique aqui
E tem mais trabalhos da Manu, olha só:

Gostaram da resenha? :)
Se tiver alguma sugestão ou crítica, pode deixar nos comentários!
E sim, a xícara estava vazia pois a minha cama era o que estava em jogo, hehe! :P
E sim, a xícara estava vazia pois a minha cama era o que estava em jogo, hehe! :P
Você sabe o que é ASMR? Para ser bem sucinta, é uma espécie de resposta agradável do corpo, geralmente com "arrepios" vindos de trás da cabeça, a certos estímulos sensoriais. Aparentemente, nem todo mundo consegue sentir esse tipo de resposta, e cada um daqueles que sentem pode responder a diferentes estímulos.

Nesse universo, esses estímulos são chamados de gatilhos (triggers) e podem ser dos mais diversos: o som de páginas de livro sendo folheadas ou de embalagens plásticas sendo manuseadas; ver um tecido ser acariciado ou movimentos graciosos com as mãos... No geral, os gatilhos costumam ser auditivos, visuais e táteis.
O ASMR já virou uma categoria sólida de vídeos no YouTube, na qual os criadores de conteúdo reproduzem essa vasta variedade de gatilhos e atendem a uma grande demanda da comunidade que tem essa sensibilidade.
Eu descobri há uns cinco anos que "tenho" ASMR e costumo recorrer aos vídeos criados por ASMR artists para descansar, relaxar ou simplesmente dormir. Aliás, faz bastante tempo que não durmo sem um desses vídeos embalando meu sono...
Como hoje, dia 9 de abril, é o ASMR Day, quero aproveitar a data para mostrar os meus vídeos favoritos (no momento) - e talvez você possa descobrir algo novo a seu respeito no meio do processo! Coloque seus fones de ouvido, se acomode na cadeira e vamos lá! 😉
Boom, cerveja! Quem diria que essa iguaria daria um bom vídeo de ASMR? Com essas borbulhas suaves todas no meu ouvido, eu durmo rapidinho... 😊
Esse aqui também é bem inusitado, mas eu gosto bastante pela velocidade lenta em que o microfone é "escovado" pelos garfos, hehe 😍
Esses sons craquelantes são alguns dos meus favoritos gatilhos de ASMR! Daria para ser o som de tesoura cortando papel ou daqueles celofanes sendo amassados... Mas essas folhas secas fazem um som tão delicado e único que acabaram como minha melhor referência 💙
Se, lendo este post, isso ainda não passou pela sua cabeça, chegou a hora de pensar que os meus gostos são mesmo esquisitos, hehe! 😂
Ah, mas eu gosto bastante dos vídeos de "atenção pessoal" e de sussurros ou de fala suave perto do ouvido, sendo que os meus favoritos vêm justamente da Emma, do canal WhispersRed ASMR. Não sei se só eu penso assim, mas acho que ela tem um jeitão de mãe, passando uma paz e segurança que me cativam demais... 💙

Nesse universo, esses estímulos são chamados de gatilhos (triggers) e podem ser dos mais diversos: o som de páginas de livro sendo folheadas ou de embalagens plásticas sendo manuseadas; ver um tecido ser acariciado ou movimentos graciosos com as mãos... No geral, os gatilhos costumam ser auditivos, visuais e táteis.
O ASMR já virou uma categoria sólida de vídeos no YouTube, na qual os criadores de conteúdo reproduzem essa vasta variedade de gatilhos e atendem a uma grande demanda da comunidade que tem essa sensibilidade.
Eu descobri há uns cinco anos que "tenho" ASMR e costumo recorrer aos vídeos criados por ASMR artists para descansar, relaxar ou simplesmente dormir. Aliás, faz bastante tempo que não durmo sem um desses vídeos embalando meu sono...
Como hoje, dia 9 de abril, é o ASMR Day, quero aproveitar a data para mostrar os meus vídeos favoritos (no momento) - e talvez você possa descobrir algo novo a seu respeito no meio do processo! Coloque seus fones de ouvido, se acomode na cadeira e vamos lá! 😉
"1 Hour of Binaural Beer Suds & Bottle Cap Sounds", de Ephemeral Rift
Boom, cerveja! Quem diria que essa iguaria daria um bom vídeo de ASMR? Com essas borbulhas suaves todas no meu ouvido, eu durmo rapidinho... 😊
"ASMR Forks Scratching Your Ears . Whispering", de The ASMR Circus
Esse aqui também é bem inusitado, mas eu gosto bastante pela velocidade lenta em que o microfone é "escovado" pelos garfos, hehe 😍
"Binaural ASMR. Dry Leaves", de DonnaASMR
Esses sons craquelantes são alguns dos meus favoritos gatilhos de ASMR! Daria para ser o som de tesoura cortando papel ou daqueles celofanes sendo amassados... Mas essas folhas secas fazem um som tão delicado e único que acabaram como minha melhor referência 💙
"ASMR Mouth Sounds", de WhispersRed ASMR
Se, lendo este post, isso ainda não passou pela sua cabeça, chegou a hora de pensar que os meus gostos são mesmo esquisitos, hehe! 😂
Ah, mas eu gosto bastante dos vídeos de "atenção pessoal" e de sussurros ou de fala suave perto do ouvido, sendo que os meus favoritos vêm justamente da Emma, do canal WhispersRed ASMR. Não sei se só eu penso assim, mas acho que ela tem um jeitão de mãe, passando uma paz e segurança que me cativam demais... 💙
Eu quis mostrar o ASMR por aqui, mas sei que, na real, é um caso de amor ou ódio.
De qualquer modo, super entendo caso não venha a agradar...
Mas, de boas: sentiu alguma coisa assistindo a esses vídeos? Me conta! :)
De qualquer modo, super entendo caso não venha a agradar...
Mas, de boas: sentiu alguma coisa assistindo a esses vídeos? Me conta! :)
Assinar:
Postagens (Atom)